Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

As mortes que mataram a monarquia

Autor: Luís Vaz
Nº págs: 164 + 6 ilustradas a cores

Formato: 150 x 230 mm

Género: Ficção /Romance histórico
PVP: 13,65 € (13 € + IVA)

 

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Sabemos que o dia a seguir às revoluções deixa de ser dos revolucionários. Sabemos ainda que a torrente de agravos que caiu sobre Buíça e Costa e sobre a República, atingiu um rebaixamento do nível cívico e provocou a ruptura do convívio entre povos nascidos na mesma Pátria e sujeitos às mesmas Leis. Esta torrente, paradoxalmente, continua ainda em alguns sectores, felizmente com pouca expressão na Sociedade, mantendo a suposição em redor do Partido que combatia a Monarquia e organizações secretas consideradas suas aliadas. Ao tempo, para desacreditar o Partido Republicano. Hoje para desonrar a memória das suas principais referências.

Ora, nem o Partido Republicano controlava as organizações secretas, nem estas decidiam pelo Partido Republicano. E tanto a uma como a outra, não se pode imputar a responsabilidade de fazer desaparecer o Rei.

 

publicado por jps às 11:22
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Morte na Picada

Autor: Antunes Ferreira

 

Prefácio: Joaquim Vieira

 

Fotografias: Fernando Farinha

 

Nº págs: 238

Formato: 140 x 230 mm

Género: Ficção


PVP: 14,70 € (14€ + IVA)

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As experiências da guerra colonial servem de tema para “Morte na Picada”, o livro de estreia do conhecido jornalista Henrique Antunes Ferreira, chefe de redacção do Diário de Notícias e um dos fundadores da TSF. Partindo dos seus cinco anos de serviço militar obrigatório, dois dos quais em Angola, Antunes Ferreira deambula entre a descrição crua e a escrita ficcional, procurando captar a essência do quotidiano dos combatentes de guerra que ninguém parece compreender, e que o autor classifica simplesmente como uma “guerra civil”.

 

“Estas short stories são o embrião de um sonho: reuni-las em livro – e publicá-lo. Quase todas são ficção pura; duas ou três são vividas por mim, na condição do oficial miliciano que participou numa guerra que não comprou e, por isso, nunca foi a minha”.

 

Ficcionais ou não, os enredos de Antunes Ferreira, em “Morte na Picada”, parecem servir de espelho para a mente dos jovens soldados no Ultramar, evocando toda uma série de experiências díspares, que vai desde o sofrimento próprio da guerra às idiossincrasias da hierarquia militar, passando ainda pela camaradagem forçada gerada entre homens, pretos e brancos, colocados numa mesma situação, ou ainda a comovente história de dois inimigos que, no meio do mato, se descobrem cúmplices em torno de uma boa refeição, antes de serem abatidos pelos tiros de quem rejeitava qualquer hipótese de reconciliação.

 

O sexo surge, a par da violência física e verbal, como um elemento-batuta de uma guerra que Joaquim Vieira, jornalista e ex-director de programas da RTP, classificou em prefácio como “uma Guerra Civil, pesem embora as diferentes tonalidades de pele”. Pensar a história recente de uma forma imensamente humana, evidenciando a falta de significado latente de uma guerra que as próprias circunstâncias da História haveriam de fazer irromper, é em suma o propósito final deste “Morte na Picada”, o livro de estreia de Henrique Antunes Ferreira.
publicado por jps às 16:04
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

3 Estórias Móveis



Autor: João Freitas Ferreira

Nº págs: 204

Formato: 150 x 230 mm / Género: Ficção
PVP: 14,70 € (14€ + IVA)


Parece ser inegável que, no mundo actual, o telemóvel é cada vez mais um objecto indispensável. Com ele, ganhamos a sensação – talvez falsa – de abolir distâncias, a partir do momento em que qualquer pessoa passa a estar à distância do marcar de um número, onde quer que estejamos. Mas será que o telemóvel alguma vez se irá substituir ao contacto físico, humano? “3 Estórias Móveis”, de João Freitas Ferreira, é uma ficção que procura reflectir sobre as distâncias que o imediatismo comunicacional ainda não conseguiu superar…

 

“Rita”, “Bernardo” e “Augusta” são três lisboetas que em nada se distinguem dos estranhos que por nós passam nas ruas da capital, acelerados, absortos a falar ao telemóvel, ou preocupados com algo que somos incapazes de compreender com apenas um olhar.

É com base na vivência destas três personagens que João Freitas Ferreira nos mostra uma perspectiva muito pessoal – e, especialmente, muito humana – da cidade de Lisboa que todos conhecemos, reflectindo sobre a forma como as vidas se cruzam e se ignoram, simultaneamente.

Por detrás das aparências – o aspecto, a profissão, o nome, todos os factores que, demasiadas vezes, nos bastam para pensarmos que conhecemos alguém – esconde-se, por vezes, um “admirável mundo novo”, que por vezes é bem mais sombrio do que esperamos.

“3 Estórias Móveis” é, no fundo, um livro que pretende quebrar alguns preconceitos, reflectindo sobre a forma paradoxal como, num mundo onde a comunicação é cada vez mais presente e mais imediata – materializada nesse objecto quotidiano, como o telemóvel – as pessoas podem ser cada vez mais ausentes.

Sobre o Autor:

João Freitas Ferreira nasceu em Lubango, Angola. Com uma forte formação teológica, conclui a licenciatura em Teologia na Universidade Católica de Lisboa, e a Licenciatura Canónica em Teologia Dogmática, com a tese “A Relação Fé - Cultura no Cristianismo Antigo”.

A sua relação com a Fé viria também a reflectir-se na sua personalidade humanista. Participa activamente no desenvolvimento de diversos projectos na Baixa - Chiado, com o objectivo de reabilitar as Igrejas e a animação sócio-cultural da zona nobre da capital por exemplo, a elaboração de vários ciclos de concertos de música sacra e a criação dos “Itinerários da Fé”, visitas guiadas às Igrejas. Desde 2005 é sócio co-fundador de uma agência de comunicação, onde exerce como consultor de comunicação.

Em termos pessoais, mantém grandes afinidades com o mundo das artes e da cultura: cinéfilo convicto, amante das artes plásticas e da música clássica – mas não só nem tão pouco – encontra na escrita criativa o meio por excelência para a sua expressão pessoal.

Da sua formação e da experiência inter-pessoal, nasce o gosto pela relação humana e a sua qualidade de comunicação. Por isso, aborda com simplicidade a complexidade das relações humanas onde a informação tenta minorar as falhas afectivas. Num mundo ligado 24 horas, onde fica a relação humana, o tempo “gasto” e a gratuidade?

publicado por jps às 18:08
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