Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Portugal, os Mestres e a Iniciação

Vitor Manuel Adrião

 

648 págs. - 150x230mm

Género: ensaio espiritual 

PVP: 31,50 € (30 euros + iva)
Clique aqui para comprar online
 
Portugal, os Mestres e a Iniciação prefigura-se no pensamento teúrgico e teosófico onde o autor, Vitor Manuel Adrião, faz desfilar a modo de cartilha ou manual a Tradição Iniciática das Idades com insistência para a Espiritualidade Portuguesa vista à luz da Teurgia e da Teosofia.
 
Obra crítica onde Filosofia, História, Arte e Religião são apresentadas, numa linguagem clara e desocultada, segundo os créditos de uma Tradição Única exposta de maneira inédita numa sequência lógica esclarecedora de muitíssimos aspectos da existência dos seres, do mundo e do universo em que se vive, os quais teimavam em manter-se na escuridão do inexplicável.
 
Com efeito, este livro, inscrevendo-se na linha teosófica de Helena Blavatsky, Henrique José de Souza e Mário Roso de Luna, traz à luz do esclarecimento assuntos todos eles empolgantes e raramente aprofundados pelos próprios teosofistas, como sejam: desde a origem do Universo e do Homem até à problemática da sexualidade, vista pelas religiões e pelos esoteristas, o mistério dos Mundos Subterrâneos e o “Triângulo Místico” português, a Sinarquia e as políticas subversivas, a Teosofia dos portugueses Visconde de Figanière e Fernando Pessoa, o Ocultismo oriental e ocidental, até à Cabala Musical e à misteriosa Fraternidade Espiritual Portuguesa, dentre milhares de temas repartidos por 30 capítulos feitos das “cartas teosóficas” do autor desde 1972 até 2007.
publicado por jps às 17:03
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

Quinta da Regaleira – A Mansão Filosofal de Sintra




Autor: Vitor Manuel Adrião
Nº págs: 420 (inclui 24 págs. a cores)
Formato: 150x 230 mm /// Género: Ensaio
PVP: 29.40 € (28€ + iva)

A Obra:
A Quinta da Regaleira de Sintra tem neste livro um guia indispensável ao seu entendimento espiritual e iniciático, no qual passo a passo e de maneira inédita, todo o seu simbolismo arquitectónico, pictórico e paisagístico é analisado e decifrado à luz da Tradição Sagrada, revelando-o espaço consagrado de “Mansão Filosofal”, de vocação Nacional, Sebástica e de Demanda consignada em Cavalaria Espiritual.

Vitor Manuel Adrião, analisa em pormenor tanto a origem como a finalidade da Quinta da Regaleira, o seu misterioso proprietário original, António Augusto Carvalho Monteiro, consignado “Fulcanelli” português, a Linhagem “sobrenatural” dos Lusignan de Jerusalém a Sintra, o palácio alquímico da Peninha de Sintra, os mistérios da “Abadia” subterrânea de Lisboa e do palácio do Buçaco, o sentido paradisíaco do Zoo português, As tapeçarias herméticas de “la Dame à la Licorne”, o Tratado Alquímico de D. Afonso V e o simbolismo esotérico do jazigo funerário da família Carvalho Monteiro, dentre muitos outros assuntos todos do maior interesse ao entendimento verdadeiro, lúcido e profundo da Portugalidade.
publicado por jps às 14:46
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Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

Bocage Maçon




Autor: Jorge Morais
Nº págs: 164
Formato: 130x205 mm /// Género: Ensaio
PVP: 17.85 € (17 € + iva)

O «Irmão Lucrécio» da Loja Fortaleza: Manuel Maria de Barbosa du Bocage e o Iluminismo maçónico em Portugal no último quartel do século XVIII. Aproximação a um roteiro bibliográfico.


*
Bocage pertenceu à Maçonaria?
Pertenceu. Foi iniciado em Lisboa, entre 1795 e 1797, e fez parte dos quadros da Loja Fortaleza, uma das fundadoras do Grande Oriente Lusitano. Usava o nome simbólico “Lucrécio” (um vate latino do século I a.C.).
Esse facto era conhecido?
Sim, nos meios académicos. Mas quase ninguém se lhe refere fora das obras da especialidade. O grande público, de um modo geral, ignora.
Mas há provas?
Há documentos maçónicos, processos judiciais e muita correspondência da época a atestá-lo.
É esse o tema deste livro?
Este livro reúne, pela primeira vez na historiografia bocagiana, todos os elementos que documentam, explicam e enquadram o percurso maçónico de Bocage, inserindo-o na vida intelectual e política do seu tempo.
Não é um “romance histórico”?
Não. É um ensaio fundamentado e documentado. Remete para todas as fontes disponíveis e pretende ser um roteiro bibliográfico completo sobre o assunto.
É uma obra “pesada” para quem não é especialista?
Não. Está escrita numa linguagem viva e acessível a qualquer leitor. Retrata a Lisboa e o Portugal dos finais do século XIX, ocupa-se da prisão de Bocage e dos seus permanentes dissabores com a polícia e a censura, estuda a vida da Maçonaria portuguesa do período e detém-se com particular atenção nas referências maçónicas e espirituais contidas na obra do poeta.
Espirituais? Mas Bocage não era um boémio devasso e herege?
O anedotário nacional criou essa caricatura, sob a qual se escondem facetas espirituais, políticas e até religiosas menos conhecidas.
Tudo isso está documentado neste livro?
Está. E afirma-o António Valdemar, da Academia das Ciências, no Prefácio: “Eis o verdadeiro Bocage reabilitado por Jorge Morais, tão diferente do ímpio, do sacrílego, do blasfemo, que passou à posteridade com a imagem deturpada do ateu e marginal incorrigível”.
O AUTOR: Jornalista e escritor, Jorge Morais dedica-se à investigação de temas históricos. Na sua obra anterior (Com Permissão de Sua Majestade, ed. Via Occidentalis, 2005) estudou o papel da Maçonaria e da Família Real inglesa na instauração da República em Portugal.
publicado por jps às 21:23
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2006

A Vida Desconhecida de Jesus Cristo na Índia e no Tibete



Autor: Nicolas Notovitch
Trad. e introdução: Jorge Morais
Págs.: 126
Formato: 150 x 220 mm /// Género: Religião
PVP: 12.60 euros (iva incl.)

Em 1887, o jornalista e médico russo Nicolas Notovitch visita o mosteiro budista de Himis, no Tibete, onde os monges lhe dão a conhecer um manuscrito sobre a vida do "Santo Issah" – um "profeta judeu" em tudo correspondente à figura de Jesus. Segundo o Apócrifo de Himis, Cristo passara os seus anos de juventude e formação (sobre os quais os Evangelhos canónicos são totalmente omissos) na Índia, no Tibete e no actual Irão, estudando as Escrituras orientais e aprendendo os métodos tradicionais de cura pela oração; e só depois regressara a Israel, para iniciar a sua vida pública entre os judeus e dar origem a uma das mais poderosas forças religiosas da história da Humanidade. Cem anos após a descoberta do manuscrito de Himis, o relato de Notovitch mantém-se flagrantemente actual. A sua autenticidade, defendida por um rol diverso de investigadores ao longo de todo o século XX, de novo vem questionar a "história oficial" de Jesus Cristo, constituindo ao mesmo tempo a explicação que faltava para os misteriosos "anos em branco" de que, numa interessante coincidência, os quatro evangelistas canónicos "se esqueceram". A presente edição portuguesa inclui o relato original de Notovitch e a transcrição integral do manuscrito budista do mosteiro de Himis.
publicado por jps às 11:10
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