Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Manjares do Arcebispo de Cantuária - receitas que até os homens sabem fazer


Autor: João Moreira de Sá (a.k.a. Arcebispo de Cantuária)

Prefácio: Nuno Markl

Nº págs: 120

Formato: 190 x 230 mm

Género: Humor / Culinária

PVP: 13,65 € (13€ + IVA)


 

“Neste livro encontrará material suficiente para conquistar a mulher dos seus sonhos, reconquistar a mulher dos seus pesadelos, e consagrar-se como herói da vizinhança. Não são todos os livros que podem orgulhar-se de feitos deste calibre: Saramago ou Lobo Antunes, por exemplo, não o conseguiram; Paulo Coelho conseguiu-o parcialmente (segundo estudos recentes, segurar um livro deste autor num passeio no parque assegura o interesse de algumas mulheres). Este livro vai consegui-lo inteiramente. As receitas aqui contidas são tão boas que o caro leitor poderia, simplesmente, arrancar as páginas do livro e comê-las, à confiança. Mas contenha-se. Use os ingredientes que o Arcebispo dita e prepare-se para descobrir o cozinheiro-humorista-punk que – e isto é um facto científico – todos temos dentro de nós…

Nuno Markl


Desengane-se aquele que pensar que se trata apenas de mais um livro de receitas: a editora Via Occidentalis coloca nas livrarias, a 24 de Março, “Manjares do Arcebispo de Cantuária”, de João Moreira de Sá (aka Arcebispo de Cantuária) – nada mais, nada menos que o supremo livro de culinária, nem que seja pelo simples facto de conter apenas o número suportável de pratos capazes de ser feitos a partir de um livro por um ser humano normal, ao longo de toda a sua vida, com o bónus de ser prefaciado por Nuno Markl. O humorista vai aliás juntar-se ao autor e aos editores numa incrível homilia culinária na FNAC Colombo, a 26 de Março, às 18h30.

 
Uma celebração de lançamento ideal para descobrir por que esta Mona Lisa da literatura gastro-humorística se subjuga ao mote tão pós-moderno “a boa cozinha em latas, frascos e pacotes”, adequando-se de forma perfeita à vida atribulada de homens e mulheres do séc. XXI: uma maneira prática de encantar, entreter e divertir os seus esfomeados convidados para o jantar enquanto lhes explica que só agora é que vai pôr o tacho ao lume e que vai precisar da sua ajuda para descascar uma cebola, ou fazer uma bavaroise de amoras – sem que ninguém se importe muito com isso.

 

Descrito por Markl como “uma Felipa Vacondeus dos Infernos”, João Moreira de Sá cumpre assim o seu sonho de lançar um livro, depois de ter plantado um limoeiro que se recusa a dar limões e de ostentar “dois lindos rebentos” (nas palavras do pai). Exímio nas letras como na cozinha, conhecido pelos seus trocadilhos mortíferos e jogos de palavras rebuscados, o arcebispo de Cantuária propõe agora ao leitor uma viagem inesquecível pelo mundo do humor gastronómico, ou da gastronomia humorística. Como preferir.

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Fisiologia do Gosto


«3 Minutos de Ciência» - Rádio Europa Lisboa - 90.4 FM

5ª feira, (12h40 - 15h40 - 19h40):  Nuno Crato destaca o livro «A Fisiologia do Gosto», de Brillat-Savarin, foi finalmente editado em Portugal pela Via Occidentalis, quase 200 anos depois da sua primeira edição francesa. Uma obra que fala, pela primeira vez, da ciência do gosto. Ouvir em directo online.
publicado por jps às 13:02
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Fisiologia do Gosto


Autor: Brillat-Savarin

apresentação de Alfredo Saramago
Nº págs: 362

Formato: 150 x 230 mm / Género: Ensaio
PVP: 19,95 € (19 € + IVA)


Encarada por muitos como a bíblia dos epicuristas e gastrónomos, «Fisiologia do Gosto», de Brillat-Savarin, é uma obra clássica, inusitada e repleta de “deliciosos” aforismos, que aplica contornos científicos ao acto de bem comer. Publicada originalmente em 1825, a dois meses da morte do seu autor, esta edição conta com o prefácio do historiador e antropólogo Alfredo Saramago, um dos raros investigadores portugueses a demonstrar interesse pela História da Alimentação.

 

A gastronomia acompanha-nos e sustenta-nos desde o nascimento até à morte. É ela que nos aumenta as delícias do amor, a confiança da amizade, que desarma a ira e facilita os tratos e nos oferece, no curto trajecto das nossas vidas, o único prazer que, não sendo seguido de fadiga, nos revigora todos os outros.

 

Para muitos, comer é um acto simples, algo que se faz quando se tem fome. Mas não para todos. Numa demanda de aplicar ao – simples – acto de comer um conjunto de axiomas científicos, surge Fisiologia do Gosto, de Jean Anthelme Brillat-Savarin, advogado, magistrado e político francês que se tornou famoso pela sua devoção gastrónoma e epicurista, e que transformou uma necessidade fisiológica num processo artístico, repleto de delicadezas e preceitos.

 

De facto, se existisse uma certidão de nascimento para a Gastronomia, estaria materializada em Fisiologia do Gosto: uma obra com tanto de especial quanto de caricato, “temperada” com uma série de meditações sobre os alimentos e a natureza humana que deixam vislumbrar os autores que, em última análise, influenciaram Brillat-Savarin: Voltaire, Rousseau, Fenelon, Buffon, Cochin e d’Aguesseau.

 

Mais do que um livro sobre culinária ou até etiqueta, Fisiologia do Gosto é um ensaio sobre os sentidos: o olfacto, o tacto, o paladar e até o amor são temas recorrentes e, segundo Brillat-Savarin, indissociáveis do acto de desfrutar de uma refeição. Ou não fosse ele o autor de frases como Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és, e ainda a descoberta de uma nova receita faz mais pela felicidade do género humano do que a descoberta de uma estrela...

Sobre o Autor:

Jean Anthelme Brillat-Savarin (1755 – 1826) foi um dos mais famosos epicuristas e gastrónomos franceses de todos os tempos. Nasceu na cidade de Belley, Ain, e dedicou-se nos primeiros anos da sua vida ao estudo do direito, química e medicina, em Dijon, tendo chegado a praticar advocacia na sua cidade natal. Em 1789, aquando do rebentar da Revolução Francesa, foi nomeado deputado da Assembleia Nacional Constituinte, onde adquiriu alguma fama, particularmente devido à sua defesa pública da pena capital. Adoptaria o apelido “Savarin” após a morte de uma tia sua, que lhe deixara toda a sua fortuna sob a condição que adoptasse o seu último nome.

Numa fase posterior da Revolução, a sua cabeça ficou a prémio, e Brillat-Savarin procurou asilo político na Suíça. Mais tarde, mudou-se para a Holanda, e depois para os Estados Unidos, onde permaneceu durante três anos, dando aulas de Francês e de violino.

Regressou a França em 1797 e obteve a magistratura, exercendo até ao fim da sua vida como juiz do Supremo Tribunal. Publicou várias obras de direito e economia, mas a sua obra mais conhecida foi mesmo “Fisiologia do Gosto” (Physiologie do Goût), lançada em Dezembro de 1825, dois meses antes da sua morte.

Considerado por muitos como “o pai da dieta baixa em hidrocarbonetos”, Brillat-Savarin é o autor de frases famosas como “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és” e “a descoberta de uma nova receita faz mais pela felicidade do género humano do que a descoberta de uma estrela”.  

publicado por jps às 09:53
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