Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

diciOrdinário ilusTarado

Autor: São Rosas, Raim, Gotinha
Nº págs: 128, ilustradas

Formato: 150 x 210 mm

Género: Erotismo / Humor
PVP: 14,70 € (14 € + IVA)

 

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DiciOrdinário – dicionário ordinário. Qualquer semelhança com outros dicionários é pura conincidência.

O Diciordinário é uma homenagem ao linguado português. Trata-se de um verdadeiro serviço público pois, já desde o tempo em que se phodia, muito tem sido escrito sobre o sexo oral mas pouco é dito sobre o sexo escrito. Eça é que é Eça. E não estamos aqui para engatar ninguém.

Um dicionário que revoluciona o acordo ortográfico. Depois de o consultar a língua nunca mais será a mesma.

 

 

publicado por jps às 09:12
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Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

O Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira

Autor: José Carvalho
Nº págs: 116 ilustradas a cores

Formato: 200 x 200 mm

Género: História / Religião
PVP: 18,90 € (18 € + IVA)


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Os ventos da História jamais poderão apagar em nós a memória do Santo Condestável. Se aqueles estão sujeitos aos desgastes próprios do tempo, já a nossa memória, se animada pela Fé e seus valores, não poderá deixar que caiam no esquecimento os ilustres portugueses do passado.

A actualidade de Nuno Álvares, Beato Nuno de Santa Maria, o Santo Condestável, impõe-se com toda a veemência. Homem do século, interveniente na História, comprometido com as grandes causas da Nação que perigava e, ao mesmo tempo, Homem de Deus, consagrado segundo o carisma do Carmelo.

Expresso o meu fundo desejo de que este texto contribua, sem demora, para a restituição de Nuno Álvares primeiro aos altares dos nossos corações e aos preitos de uma ternura e veneração bem arreigados, e, depois, na disseminação e multiplicação da sua figura de Herói e Santo por todos os lares e templos, por todas as praças e ruas, por todos os tempos e lugares, a fim de que a repetição nos conduza a Ele; para que Ele nos restitua a nós próprios, tão divorciados que andamos por vezes do sentido nacional e religioso.

É fundamental que cresça a devoção ao Santo Condestável. Para nós cristãos, ele é testemunho de virtudes e inspirador de santidade, numa época em que Bento XVI tanto sublinha o ideal da santidade. Sigamos, deste modo, os passos desta magnânima figura.

 

José António Ribeiro de Carvalho nasceu a 17 de Fevereiro de 1979, em Fornos, Marco de Canavezes. Licenciado em Ciências Históricas Ramo Educacional, pela Universidade Portucalense - Infante D. Henrique, no Porto (2004).  Obteve Bolsas de Mérito Académico na Universidade Portucalense, nos anos 2002 a 2004 pelas melhores classificações do curso.

Vencedor do Prémio Fundação Engenheiro António de Almeida, do Porto, atribuído pela melhor média final do curso da Licenciatura em Ciências Históricas, do ano de 2004. Professor de História do Ensino Básico e Secundário.

Pós-graduado em História Contemporânea, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2005). Mestre em História Contemporânea, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2007), com a dissertação: “Os Jesuítas nas Vésperas da I República: o Novo Mensageiro do Coração de Jesus (1881-1910)” e trabalho vencedor do Prémio de História Contemporânea Professor Victor de Sá, do ano de 2007.

A frequentar Curso de Pós-graduação e Formação Especializada em Educação Especial, domínios cognitivo e motor (2008). Terceiro Carmelita leigo. Membro da Confraria dos Escravos de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

Investigador/colaborador do Centro de Estudos Dom Armindo Lopes Coelho, de História da Diocese do Porto, na Universidade Católica da mesma Diocese. Realiza investigações sobre matérias de natureza político-ideológica, religiosa e social Contemporânea em geral, particularmente os fins do século XIX e inícios do século XX.

 

publicado por jps às 11:29
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As mortes que mataram a monarquia

Autor: Luís Vaz
Nº págs: 164 + 6 ilustradas a cores

Formato: 150 x 230 mm

Género: Ficção /Romance histórico
PVP: 13,65 € (13 € + IVA)

 

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Sabemos que o dia a seguir às revoluções deixa de ser dos revolucionários. Sabemos ainda que a torrente de agravos que caiu sobre Buíça e Costa e sobre a República, atingiu um rebaixamento do nível cívico e provocou a ruptura do convívio entre povos nascidos na mesma Pátria e sujeitos às mesmas Leis. Esta torrente, paradoxalmente, continua ainda em alguns sectores, felizmente com pouca expressão na Sociedade, mantendo a suposição em redor do Partido que combatia a Monarquia e organizações secretas consideradas suas aliadas. Ao tempo, para desacreditar o Partido Republicano. Hoje para desonrar a memória das suas principais referências.

Ora, nem o Partido Republicano controlava as organizações secretas, nem estas decidiam pelo Partido Republicano. E tanto a uma como a outra, não se pode imputar a responsabilidade de fazer desaparecer o Rei.

 

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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

convite, 13 de Abril


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publicado por jps às 17:05
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Aqui D’El-Rei

Autores: João Mattos e Silva \ Dom Vasco Teles da Gama \ Nuno Pombo \ Maria da Conceição Mascarenhas \ Raul Bugalho Pinto
Nº págs: 154

Formato: 150 x 220 mm

Género: Política / Monarquia
PVP: 12,60 € (12 € + IVA)

 

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«Aqui d’El Rei é o título deste belo livro de João Mattos e Silva, Vasco Telles da Gama, e Nuno Pombo e que poderia ter como subtítulo “Dez anos de testemunhos monárquicos”.

 

Trata-se, desde logo, de um exemplo de persistência. Dos artigos que os autores lançaram desde Maio de 2000 na comunicação social, escrita e digital, surge agora uma escolha pautada pelo equilíbrio dos temas. É, também, um exemplo de atitude cívica porque quem afirma “Eu monárquico sou e me confesso” mostra aqui um testemunho permanente e que “começa em nossas casas”.

 

Os autores são monárquicos que se confessam como tal, mas dizem das suas razões ao aflorar temas como a chefia de estado, o centenário da República, a identidade nacional, o regicídio, as relações com Espanha, e muitos outros, em disquisições mais abstractas ou em comentários de factos políticos.»

 

Mendo Castro Henriques, in Prefácio

 

publicado por jps às 15:57
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

A Bússola

Livro: “A Bússola”

Autor: Alberto Rocco
Nº págs: 232

Formato: mm

Género: Ficção / Auto-Ajuda
PVP: 29.90 € (oferta do DVD)

 

DVD: “A Bússola”

Autor: Alberto Rocco
Duração: 80 minutos

 

Actores: Alberto Rocco; José Antunes; Sónia Brazão e Eric Santos

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O que é «A Bússola»? Uma lenda? Uma fábula? Um objecto intemporal sem história, procurado por sociedades secretas?

 

«A Bússola» é tudo isso, mas, na sua essência é uma verdade profunda capaz de transformar o destino dos seres humanos.

 

«A Bússola» é também o elo que une o passado, presente e futuro. É a esperança de descobrir o que aconteceu em 2008 d.C. para fazer com que a Humanidade superasse as suas divisões e mazelas e construísse o mundo harmonioso de 2168 d.C.

 

Nesta emocionante história de realização pessoal ocorrida na Quinta da Regaleira, em Sintra, e nos recintos ocultos das Ordens clandestinas da Europa, acompanhará as aventuras de Alberto Rocco que começam com a descoberta de um mapa fantástico e de uns misteriosos e centenários documentos que recebe pelo correio. Esta descoberta transforma a vida de Alberto e leva-o a empreender uma viagem cheia de peripécias e perigos em busca do significado de «A Bússola».

 

Com Alberto saberá que a maior descoberta é aquela que fazemos dentro de nós.

publicado por jps às 12:23
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Paul Mathieu – Artista Plástico, uma escolha de vida


Autor: Paul Mathieu
Nº págs: 128

Formato: 225 x 280 mm

Género: Álbum de Arte
PVP: 36,75 € (35€ + IVA)

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Paul Mathieu é um pintor de continuidade. O seu público fiel já sabe que das suas obras se respira sempre o ar tranquilo de quem encontrou um caminho e o percorre sem pressas, saboreando e dando-nos a saborear uma alma gentil na busca da harmonia.

 

As suas telas, de um cromatismo gestual intenso e poderoso, entregam-nos sempre à noção de espaço sem tempo no qual todas as divagações se tornam possíveis. Um mundo de cor e de formas encantatórias porque delas se acede às nossas próprias representações imagéticas. Nas suas pinturas escondem-se sempre os nossos próprios desejos do Belo, escondidos e simultaneamente despertos por detrás das suas pinceladas de veludo e cores quentes.

 

Observar a obra de Paul Mathieu é olhar para uma produção artística coerente, marcada por um ritmo certo de evolução e afinação, ao desenvolvimento de uma linguagem muito própria e indisfarçavelmente pessoal. São raros os pintores que conseguem atingir o grau de personalização que os identifica fora da assinatura. Paul Mathieu é um deles. A sua pintura, de um estilo abstraccionista muito pessoal, tem a marca dos criadores de linguagens novas, interpretando e reinterpretando em permanência o próprio caminho percorrido.

 

Editar em livro a obra de Paul Mathieu é por isso um privilégio que muito honra o Museu da Água de Lisboa. Divulgar, disseminar e fazer evoluir sempre foram matérias muito caras a este Museu que, com esta edição, está certo de contribuir para o enriquecimento dos muitos leitores e visitantes que, a partir de agora, não poderão certamente deixar de ter em Paul Mathieu mais uma das referências deste início de século.

 

Paul Mathieu inventa um vocabulário cromático e cria um desenhar de emoções inteiramente novos. Depois, mistura na sua paleta individual todos os ciclos de realidade que a vida lhe vai apresentando e traduz-nos todo esse mundo num seríssimo trabalho de pesquisa e de definição de um rumo autónomo na pintura.

 

A sua pintura. Igual a nenhuma outra, como não podia deixar de ser.

 

Margarida Ruas Gil Costa

Directora do Museu da Água

 

 

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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Portugal, os Mestres e a Iniciação

Vitor Manuel Adrião

 

648 págs. - 150x230mm

Género: ensaio espiritual 

PVP: 31,50 € (30 euros + iva)
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Portugal, os Mestres e a Iniciação prefigura-se no pensamento teúrgico e teosófico onde o autor, Vitor Manuel Adrião, faz desfilar a modo de cartilha ou manual a Tradição Iniciática das Idades com insistência para a Espiritualidade Portuguesa vista à luz da Teurgia e da Teosofia.
 
Obra crítica onde Filosofia, História, Arte e Religião são apresentadas, numa linguagem clara e desocultada, segundo os créditos de uma Tradição Única exposta de maneira inédita numa sequência lógica esclarecedora de muitíssimos aspectos da existência dos seres, do mundo e do universo em que se vive, os quais teimavam em manter-se na escuridão do inexplicável.
 
Com efeito, este livro, inscrevendo-se na linha teosófica de Helena Blavatsky, Henrique José de Souza e Mário Roso de Luna, traz à luz do esclarecimento assuntos todos eles empolgantes e raramente aprofundados pelos próprios teosofistas, como sejam: desde a origem do Universo e do Homem até à problemática da sexualidade, vista pelas religiões e pelos esoteristas, o mistério dos Mundos Subterrâneos e o “Triângulo Místico” português, a Sinarquia e as políticas subversivas, a Teosofia dos portugueses Visconde de Figanière e Fernando Pessoa, o Ocultismo oriental e ocidental, até à Cabala Musical e à misteriosa Fraternidade Espiritual Portuguesa, dentre milhares de temas repartidos por 30 capítulos feitos das “cartas teosóficas” do autor desde 1972 até 2007.
publicado por jps às 17:03
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

O Colonialismo de Salazar

Pedro Miguel Sousa

234 págs. – 150x220 mm
Género: Ensaio histórico
PVP: 15.75 € (15.00 €+iva)
 
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Vários anos após o desaparecimento do Estado Novo há, normalmente, na sociedade portuguesa duas visões sobre este assunto: os que o classificam como um regime negro da nossa História recente e os que o elogiam por ter proporcionado uma longa época de paz social, de progresso económico e de restauração de valores nacionais.
A ideologia colonial foi um aspecto marcante no pensamento e acção de António de Oliveira Salazar, figura preponderante do Estado Novo e foi, igualmente, tema de grande destaque na propaganda patrocinada pelos órgãos deste regime.
Falar do Colonialismo continua a ser também uma questão que divide a sociedade portuguesa. Assim sendo, as problemáticas que aqui trazemos, Salazar e o Colonialismo são duas questões complexas, como já se percebeu.
Contudo, deve referir-se que não pretendemos deixar registadas todas as posições sobre estes complexos assuntos. Muito menos ditar uma verdade absoluta e encerrar os problemas.
Oferece-se nesta obra um contributo para compreender a ideologia colonial portuguesa e, ao mesmo tempo, mostrar que este foi um aspecto marcante no pensamento e na acção política de Oliveira Salazar.
Inclui a publicação do texto oficial do Acto Colonial, de 1930, que há muito tempo deixou de fazer parte dos circuitos de impressão…
 
O Autor:
Pedro Miguel Almeida e Sousa é natural de Mafamude, Vila Nova de Gaia. Licenciado pela Univ. Portucalense Infante D. Henrique, no Porto, em 2004. Professor de História do Ensino Básico e Secundário. Prémio Fundação Engenheiro António de Almeida, atribuído aos melhores alunos com a melhor média no curso de Ciências Históricas, da Univ. Portucalense Infante D. Henrique.

 

 

publicado por jps às 12:08
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Cheek to Cheek

Cabo Verde, anos 50

 

David Lobo

174 págs. – 115x215 mm
Género: Romance
PVP: 14.70 € - (14.00 € + iva)
 
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Um homem entende que é a nós e só a nós que cabe dar sentido à nossa vida, posto que não existe qualquer entidade que nos transcende, muito menos, com tal faculdade. Para a busca desse sentido, a via mais importante é a liberdade. Liberdade de tudo: de crença, de pensamento, da política, da profissão que abraçamos ou abandonamos, e até da mulher que amamos ou rejeitamos. Esse homem – Abílio Paiva – o (anti) herói deste romance, arrastado por uma curta ligação, que se revelou pérfida, a uma jovem muito mais nova que ele, morre no exacto momento em que está prestes a concretizar a decisão fundamental da sua existência: deixar deliberadamente a terra onde nasceu. Onde nasceu sem qualquer liberdade de escolha (passe o absurdo), circunstância em que como tantas outras, a espécie humana se vê inelutavelmente enredada. Em suma: decisão livremente tomada, num acto de recusa sem contemplações dessa condição de fatalidade absoluta.
 
O Autor:
David Lobo nasceu em 1 de Abril de 1944, na Praia, capital da então colónia portuguesa de Cabo Verde. Na sua cidade natal, fez os estudos secundários e, num curto período de cerca de três anos, envolveu-se em diversas actividades profissionais. Em 1967, deixou definitivamente o arquipélago a caminho de Lisboa, onde se fixou e em cuja Universidade Clássica obteve a formatura em Direito. Em seguida e até ao presente, passou a exercer advocacia.
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Morte na Picada

Autor: Antunes Ferreira

 

Prefácio: Joaquim Vieira

 

Fotografias: Fernando Farinha

 

Nº págs: 238

Formato: 140 x 230 mm

Género: Ficção


PVP: 14,70 € (14€ + IVA)

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As experiências da guerra colonial servem de tema para “Morte na Picada”, o livro de estreia do conhecido jornalista Henrique Antunes Ferreira, chefe de redacção do Diário de Notícias e um dos fundadores da TSF. Partindo dos seus cinco anos de serviço militar obrigatório, dois dos quais em Angola, Antunes Ferreira deambula entre a descrição crua e a escrita ficcional, procurando captar a essência do quotidiano dos combatentes de guerra que ninguém parece compreender, e que o autor classifica simplesmente como uma “guerra civil”.

 

“Estas short stories são o embrião de um sonho: reuni-las em livro – e publicá-lo. Quase todas são ficção pura; duas ou três são vividas por mim, na condição do oficial miliciano que participou numa guerra que não comprou e, por isso, nunca foi a minha”.

 

Ficcionais ou não, os enredos de Antunes Ferreira, em “Morte na Picada”, parecem servir de espelho para a mente dos jovens soldados no Ultramar, evocando toda uma série de experiências díspares, que vai desde o sofrimento próprio da guerra às idiossincrasias da hierarquia militar, passando ainda pela camaradagem forçada gerada entre homens, pretos e brancos, colocados numa mesma situação, ou ainda a comovente história de dois inimigos que, no meio do mato, se descobrem cúmplices em torno de uma boa refeição, antes de serem abatidos pelos tiros de quem rejeitava qualquer hipótese de reconciliação.

 

O sexo surge, a par da violência física e verbal, como um elemento-batuta de uma guerra que Joaquim Vieira, jornalista e ex-director de programas da RTP, classificou em prefácio como “uma Guerra Civil, pesem embora as diferentes tonalidades de pele”. Pensar a história recente de uma forma imensamente humana, evidenciando a falta de significado latente de uma guerra que as próprias circunstâncias da História haveriam de fazer irromper, é em suma o propósito final deste “Morte na Picada”, o livro de estreia de Henrique Antunes Ferreira.
publicado por jps às 16:04
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Campanhas em Espanha e Portugal – 1808 - 1814

Autor: Capitão Nicolas Marcel

 

Prefácio: Comandante Var

 

Tradução: João Luís Susano

Nº págs: 224

Formato: 140 x 225 mm

Género: História


PVP: 14,70€ (14€ + IVA)


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O período das invasões napoleónicas a Portugal e Espanha entre 1808 e 1814 é contado através das palavras de um oficial francês, num livro de memórias que se debruça sobre uma estadia de seis anos na Península Ibérica, onde o autor aborda de uma forma única e humana a sua vivência da guerra – desde os seus feitos militares aos seus amores passageiros. “Campanhas em Espanha e Portugal” poder-se-ia tratar de um romance histórico, não fosse o facto desse oficial ser real – tendo inclusivamente marcado presença na famosa Batalha do Buçaco. Um dos melhores textos produzidos acerca das invasões francesas.

 

As invasões francesas como nunca antes vistas: as memórias do Capitão Nicolas Marcel, oficial do 69º regimento de infantaria de linha, procuram “contar e relatar com imparcialidade os acontecimentos e factos particulares” relativos à participação deste regimento ao longo de uma estadia de 6 anos em Portugal e Espanha, entre 1808 e 1814.

 

O resultado? Um relato apaixonado e uma perspectiva única sobre uma guerra que teve como consequências, entre muitas outras, a fuga da corte portuguesa para o Brasil, assim como a chegada ao trono espanhol do irmão de Napoleão, José Bonaparte, sendo esse o principal motivo da revolta do povo espanhol.

 

Oficial de elite das tropas napoleónicas, o Capitão Marcel relata factos que produzem uma forte e inesquecível impressão: desde os seus feitos pessoais até ao sofrimento físico e moral dos soldados, a crueldade, as fraquezas e os heroísmos dos homens, passando ainda pelos amores passageiros por mulheres que pontuaram a sua vida militar. “Campanhas em Espanha e Portugal”, pelo seu carácter humano, pela sua proximidade com a guerra, pela escrita sem ostentação nem dissimulação, é um livro capaz de agradar quer a historiadores quer a amantes da escrita ficcional.

Nicolas Marcel nasceu a 14 de Março de 1786, em Riceys, França. Aos 12 anos, foi forçado a ir para Paris para ganhar a vida, onde trabalhou num estabelecimento onde se vendia vinho a retalho, dirigido por um seu compatriota que se encarregou de o ensinar a ler e escrever. Sendo Paris um local por excelência da reunião de soldados, cedo os relatos de feitos gloriosos do regime de Napoleão acabariam por influenciar o jovem a alistar-se no 69º regimento da Linha do exército francês, onde se viria a tornar bastante reputado, tendo chegado rapidamente à capitania da elite deste regimento, “os Volteadores”. Esteve presente em inúmeras batalhas em Espanha, França e Portugal, como por exemplo a Batalha do Buçaco. Durante todo este período, o capitão registou inúmeras memórias, oferecendo aos leitores uma perspectiva única do período de invasões napoleónicas à Península Ibérica.
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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Manjares do Arcebispo de Cantuária - receitas que até os homens sabem fazer


Autor: João Moreira de Sá (a.k.a. Arcebispo de Cantuária)

Prefácio: Nuno Markl

Nº págs: 120

Formato: 190 x 230 mm

Género: Humor / Culinária

PVP: 13,65 € (13€ + IVA)


 

“Neste livro encontrará material suficiente para conquistar a mulher dos seus sonhos, reconquistar a mulher dos seus pesadelos, e consagrar-se como herói da vizinhança. Não são todos os livros que podem orgulhar-se de feitos deste calibre: Saramago ou Lobo Antunes, por exemplo, não o conseguiram; Paulo Coelho conseguiu-o parcialmente (segundo estudos recentes, segurar um livro deste autor num passeio no parque assegura o interesse de algumas mulheres). Este livro vai consegui-lo inteiramente. As receitas aqui contidas são tão boas que o caro leitor poderia, simplesmente, arrancar as páginas do livro e comê-las, à confiança. Mas contenha-se. Use os ingredientes que o Arcebispo dita e prepare-se para descobrir o cozinheiro-humorista-punk que – e isto é um facto científico – todos temos dentro de nós…

Nuno Markl


Desengane-se aquele que pensar que se trata apenas de mais um livro de receitas: a editora Via Occidentalis coloca nas livrarias, a 24 de Março, “Manjares do Arcebispo de Cantuária”, de João Moreira de Sá (aka Arcebispo de Cantuária) – nada mais, nada menos que o supremo livro de culinária, nem que seja pelo simples facto de conter apenas o número suportável de pratos capazes de ser feitos a partir de um livro por um ser humano normal, ao longo de toda a sua vida, com o bónus de ser prefaciado por Nuno Markl. O humorista vai aliás juntar-se ao autor e aos editores numa incrível homilia culinária na FNAC Colombo, a 26 de Março, às 18h30.

 
Uma celebração de lançamento ideal para descobrir por que esta Mona Lisa da literatura gastro-humorística se subjuga ao mote tão pós-moderno “a boa cozinha em latas, frascos e pacotes”, adequando-se de forma perfeita à vida atribulada de homens e mulheres do séc. XXI: uma maneira prática de encantar, entreter e divertir os seus esfomeados convidados para o jantar enquanto lhes explica que só agora é que vai pôr o tacho ao lume e que vai precisar da sua ajuda para descascar uma cebola, ou fazer uma bavaroise de amoras – sem que ninguém se importe muito com isso.

 

Descrito por Markl como “uma Felipa Vacondeus dos Infernos”, João Moreira de Sá cumpre assim o seu sonho de lançar um livro, depois de ter plantado um limoeiro que se recusa a dar limões e de ostentar “dois lindos rebentos” (nas palavras do pai). Exímio nas letras como na cozinha, conhecido pelos seus trocadilhos mortíferos e jogos de palavras rebuscados, o arcebispo de Cantuária propõe agora ao leitor uma viagem inesquecível pelo mundo do humor gastronómico, ou da gastronomia humorística. Como preferir.

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publicado por jps às 11:17
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A Concordata e o Acordo Missionário de Salazar


Autor: José Carvalho

Nº págs: 200 + caderno de fotos

Formato: 150 x 230 mm

Género: Ensaio

PVP: 13,65 € (13€ + IVA)


Passados 40 anos, será o Salazarismo ainda um tabu? Num contexto de grande vazio académico sobre a temática, a Via Occidentalis lança em Março duas abordagens diferentes a temas menos tratados da vida e obra de António Oliveira Salazar, da autoria do jovem e premiado investigador José Carvalho: “A Formação de Salazar e o seu tempo”, dedicada à infância do ditador e ao período pós revolucionário republicano, e “A Concordata e o Acordo Missionário de Salazar”, onde trata a influência do político no acordo de 1940 com a Santa Sé. Duas reflexões sobre a importância da religião e da Fé para o homem que governou os destinos do país até ao 25 de Abril, e que pretendem ser um contributo para o pensamento da história contemporânea do nosso país.

 

Se é certo que exista uma grande polémica no que diz respeito à temática das relações Estado/Igreja no período do regime de Salazar, torna-se ao mesmo tempo estranho que existam tão poucos estudos sobre a experiência salazarista no campo político-religioso, e ainda menos aqueles que têm algum mérito e interesse.


A prova disso é que, até à publicação, pela Via Occidentalis, do trabalho pioneiro de José Carvalho – “A Concordata e o Acordo Missionário de Salazar” – não existia, sequer, um único estudo disponível sobre a famosa Concordata de 1940, que pôs fim à tensão entre a Santa Sé e os dirigentes da I República, devido a uma série de medidas anti clericais adoptadas em 1911 – como sejam, por exemplo, a Lei de Separação do Estado da Igreja, a proibição do culto público e a nacionalização dos bens eclesiásticos.    

 

É, justamente, a esse vazio académico que José Carvalho vem responder, ao lançar algumas luzes sobre muitos aspectos desconhecidos da questão da Concordata de 1940, assim como várias reflexões relativas à actividade Jesuíta daquele período – baseando-se, para tal, nas páginas da revista Brotéria, nos anos vitais de formação de ideias e do surgimento do Estado Novo. Em grande destaque ainda, surge a publicação do texto oficial da Concordata de 1940 e do Acordo Missionário, que já há muito tempo deixara de fazer parte dos circuitos de impressão… feitas as contas, motivos mais que suficientes para fazer de “A Concordata e o Acordo Missionário de Salazar” um importante contributo para o estudo da História Contemporânea portuguesa.

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A Formação de Salazar e o seu tempo


Autor: José Carvalho

Nº págs: 172 + caderno de fotos

Formato: 150 x 230 mm

Género: Ensaio
PVP: 13,65 € (13€ + IVA)


António de Oliveira Salazar foi um dos estadistas portugueses que mais profundamente marcaram a história do nosso país. Mas o que sabemos, realmente, sobre a figura de Salazar? É essa a interrogação de “A Formação de Salazar e o seu tempo”, uma obra do jovem e premiado investigador José Carvalho, que parte da infância de Salazar como pretexto para uma análise aprofundada da época e do contexto social que, em última análise, “forjaram” o ditador português.

 

Por muitos discutido, por muitos desconhecido: Salazar foi, durante toda a sua vida e mesmo depois da sua morte, objecto de juízos díspares de admiração, de ataques apaixonados, de ódio e de desprezo. Longe das considerações políticas acerca do regime salazarista, o que sabemos, afinal, de Salazar, o jovem académico e católico que viria a crescer para se tornar num dos políticos que mais marcaram a história de Portugal?

 

Partindo da máxima que defende que a infância de um homem é extremamente importante para compreender o seu comportamento em adulto, é justamente no período que antecede a chegada de Salazar ao poder que se foca José Carvalho em “A formação de Salazar e o seu tempo”, uma obra que procura acima de tudo interpretar, através da figura de Salazar, a História de quase todo o séc. XX, sem deixar de fazer uma leitura crítica da sua juventude e formação.

 

Do formador e principal ideólogo do CCP (Centro Católico Português), onde se o ex-seminarista inteligente e estudioso começa a fundir-se com o militante político, até à sua ascensão a ministro das finanças e posterior Presidente do Conselho, são os primeiros anos da vida de Salazar que perfazem a tónica desta publicação da Via Occidentalis, tendo como cenário o período da revolução republicana, de lutas constantes, de avanços, recuos, vitórias e derrotas de um regime que procura consolidar-se em Portugal, e que assistiu à formação de Salazar e à forma como despontou para a vida pública, católica e política nacional.
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Vida e Obra de Dom Nuno Álvares Pereira – o Santo Condestável


Autor: G. Leslie Baker

Nº págs: 254

Formato: 140 x 225 mm

Género: Ensaio

PVP: 14,70 € (14€ + IVA)

 

 

Prevista para Abril deste ano, a canonização de Nuno de Santa Maria, mais conhecido como D. Nuno Álvares Pereira, leva a editora Via Occidentalis a relembrar a vida e obra de um dos mais influentes homens na resolução da crise de 1383-1385, que ameaçava deixar a coroa portuguesa nas mãos de Castela. Da sua infância e chegada à corte como pajem da Rainha, à sua nomeação como Condestável do Reino e o seu papel no assassinato do Conde de Andeiro, passando ainda pela sua devoção a Deus e à Igreja, os milagres que lhe são atribuídos e o culto popular em seu torno, esta biografia apaixonante, da autoria de G. Leslie Baker, oferece uma oportunidade única de contemplar, em profundidade, todos os detalhes acerca da vida do homem-forte de D. João I.

 


Resultado de cinco anos de estudos minuciosos de antigas obras que dizem respeito a D. Nuno Álvares Pereira, surge pelas mãos da autora britânica G. Leslie Baker aquela que é talvez a mais completa e apaixonante biografia alguma vez publicada acerca de D. Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável.

 


Do jovem guerreiro inconformista e possuidor de uma enorme riqueza, ao devoto religioso completamente despojado de bens materiais, “Vida e Obra de Dom Nuno Álvares Pereira” foca-se em aspectos tão díspares como a influência do estratega militar na Batalha de Aljubarrota, a reacção do Santo Condestável à morte da sua mulher ou a sua generosidade na construção do Convento do Carmo, em Lisboa – local onde escolhera dedicar-se à vida religiosa e espiritual, e onde viria a falecer, como Frei Nuno de Santa Maria.

 

 

 

A autora explora também o significativo culto popular em torno de D. Nuno Álvares Pereira, assim como alguns mitos e os milagres que lhe são atribuídos – entre os quais a cura de um marinheiro inglês com um simples toque.

 

 

Beatificado em 1918 pelo Papa Bento XV, o Santo Condestável deverá ser canonizado ainda antes do final de 2008, durante o pontificado de Bento XVI, tornando-se nessa forma no 11º santo português de todos os tempos – com a particularidade de ter sido uma das mais influentes figuras militares da sua época.

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As Origens Nazis do Nacionalismo Palestiniano e da Jihad Islâmica


Autor: David Meir-Levi

Posfácio de Alexandre del Valle

Nº págs: 152 + caderno de fotos

Formato: 130 x 205 mm

PVP: 13,65 € (13€ + IVA)

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As ligações nunca assumidas entre o nacionalismo palestiniano e o regime nazi tornam-se tema central em mais uma polémica publicação da editora Via Occidentalis. Da autoria do israelo-americano David Meir-Levy, com um posfácio do investigador francês Alexandre del Valle, especialista de questões relacionadas com o islamismo, esta obra procura desfazer, em simultâneo, duas ideias propagadas por alguns líderes radicais islâmicos actuais: que o Holocausto nunca existiu – e que o povo palestiniano nada teve a ver com isso. A lista dos nazis que se tornaram colaboradores dos Estados Árabes após a 2ª Guerra Mundial, a Carta do Hamas e a Acta do encontro entre Hitler e Al-Husseini, líder político palestiniano naquele período, marcam também presença nesta edição.

 

Em “As Origens Nazis do Nacionalismo Palestiniano e da Jihad Islâmica”, David Meir-Levy procura demonstrar que o fanatismo islâmico não nasceu nos anos 60, após o fracasso do nasserismo, mas foi fruto da ascensão do fascismo e do nazismo nos anos 30. De acordo com António Franco Moreira, tradutor da obra, “Meir-Levy traça o ADN do nacionalismo palestiniano, fazendo explodir uma série de mitos que este movimento criou – mitos racionalizados e celebrados durante décadas de terrorismo e de ambições genocidas”.

 

Centrado na correspondência entre Hajj Amin al-Husseini, líder nacional e consensual dos palestinianos, e o regime de Adolf Hitler, Meir-Levy alega que existiu, de facto, uma aliança entre os palestinianos e o regime nazi, defendendo que a ideologia islâmica alberga, no seu seio, movimentos como o Hamas, o Hezbollah e o grupo al-Qaeda, que o autor classifica de “fascistas islâmicos” e “terroristas”.


O posfácio é assinado por Alexandre del Valle, onde o investigador francês procura expor a actualidade das sinergias entre os fanáticos islamistas, a extrema-direita e a extrema-esquerda, e na forma como estes grupos se unem no “ódio e animosidade contra Israel, a América e o Ocidente”. Em anexo, surgem documentos como a Carta Ideológica do Hamas, a acta do encontro entre Hitler e Al-Husseini e ainda a lista de nazis que colaboraram com os Estados Árabes após a 2ª Guerra Mundial.


 

David Meir-Levy, israelita nascido nos Estados Unidos da América, vive em Palo Alto, na Califórnia. É bacharel pela John Hoplins University e licenciado em Estudos sobre o Próximo Oriente pela Brandeis University. Ensinou Arqueologia e História do Próximo Oriente na Universidade Hebraica de Jerusalém e na Universidade de Telavive, nos anos 60 e 70, altura em que serviu no exército israelita. De regresso aos Estados Unidos, Meir-Levy tornou-se director de investigação e educação da Israel Peace Iniciative, uma organização não-lucrativa da região da Baía de São Francisco destinada a esclarecer o público americano e os seus líderes sobre a história do conflito israelo-árabe. Mais informações sobre a IPI em www.ipi-usa.org. David Meir-Levy é o autor de «Grande Mentiras - Demolindo os Mitos da Propaganda de Guerra contra Israel» editado pela Via Occidentalis em 2006.

Video (inglês com legendas em francês)
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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

Batalha da Paixão

Depois de 'trancar' em definitivo o blogue "Paixão Extra", para que os poemas inéditos passassem a ser acedidos apenas pelos compradores do meu livro, sentia falta de uma presença mais genérica na internet, a propósito deste meu trabalho. Finalmente, ela aí está, com os materiais de imprensa, a dedicatória à Sofia, alguns poemas já publicados em papel, citações de Mafalda Arnauth, Carlos Pinto Coelho, Irene Cruz e Paulo Nery, fotos do lançamento e (brevemente) recortes de imprensa.

Para visitar em http://batalhadapaixao.blogspot.com - e divulgar se e como vos aprouver.

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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

O Drama de um Rei


Autor: Henrique Barrilaro Ruas

Prefácio de D. Duarte, Duque de Bragança
Nº págs: 60
Formato: 115 x 215 mm
Género: Ensaio
PVP: 9,45 € (9€ + IVA)

Por ocasião do centenário do Regicídio, que se assinala a 1 de Fevereiro de 2008, a Via Occidentalis recupera “O drama de um Rei”, de Henrique Barrilaro Ruas (1921-2003), uma das mais importantes figuras do movimento monárquico do pós-25 de Abril. Prefaciado por D. Duarte, Duque de Bragança, esta reflexão pessoal do político e professor universitário português foi publicada originalmente em 1965, e oferece um enquadramento diferente para o abrupto final da monarquia em Portugal, pautado pelos fundamentos da teoria monárquica, na sua vertente política e espiritual, assim como pelo lado humano de um homem-instituição – o Rei – sacrificado em prol de um novo regime.

 

«Para a Razão Pura, o Rei era o grande escândalo da História (…) a Realeza tem os seus dias contados. O Rei deve morrer. Antes da decisão ser tomada nalguma loja maçónica de Lisboa ou de Paris – antes de o Rei se chamar D. Carlos de Bragança, já a decisão fora tomada por todo o ideologismo contemporâneo. O Rei ia ser morto».

 

Henrique Barrilaro Ruas, em O Drama de um Rei, estabelece todo um novo enquadramento reflexivo e pessoal, onde se baseia nos fundamentos da própria teoria monárquica – votados ao esquecimento pelo novo discurso republicano – para possibilitar, em última análise, a compreensão da importância possível da figura de um rei, numa época em que tal figura surge para muitos como um corpo estranho na sociedade portuguesa, à distância dos dias de hoje.

 

Mais que isso, O Drama de um Rei é o testemunho de uma das mais importantes figuras do movimento monárquico português do pós 25 de Abril – Henrique Barrilaro Ruas, fundador do Partido Popular Monárquico e deputado pelo mesmo, à época da Aliança Democrática de Francisco Sá Carneiro – constituindo, por isso, um texto de inegável valor, que adiciona novos pontos de vista ao sucedido a 1 de Fevereiro de 2008. Uma publicação com o apoio da Real Associação de Lisboa.

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Dos Templários à Ordem de Cristo - Portugal Templário


Autor: Pedro Silva

Nº págs: 246 (ilutrado)

Formato: 150 x 230 mm

Género: Ensaio
PVP: 14,70 € (14€ + IVA)


Os Templários, à distância da lógica mediática: é esse o propósito de “Dos Templários à Ordem de Cristo”, o ensaio mais completo do investigador Pedro Silva até à data. Autor de inúmeros títulos sobre o tema, Pedro Silva percorre nesta obra os trilhos da mitologia, simbologia e iconografia da Ordem, assim como alguns assuntos que escapam aos holofotes, como a localização do ouro templário, a produção literária e a relação íntima dos freires de Cristo com o Canto, numa obra destinada à compreensão, com rigor, da forma como a mais misteriosa ordem religiosa de todos os tempos afectou a história – e os destinos – de Portugal…

 

Tendo dado início à investigação num período bastante anterior aos fenómenos mediáticos que sucederam a best-sellers de cariz ficcional, o escritor e investigador tomarense Pedro Silva crê ter em “Dos Templários À Ordem de Cristo” o seu ensaio mais completo, em mais de uma década de intensos estudos dedicados à Ordem dos Templários (e, em especial, à sua vertente portuguesa).

 

Com base na análise documental e no estudo intenso dos vestígios templários com Portugal, Pedro Silva faz uma abordagem histórica rigorosa a alguns dos mais polémicos temas da templaridade portuguesa, desde a sua simbologia, mitologia e ligação à fundação do nosso país, até à localização do ouro templário – passando ainda por temas que não têm merecido devido destaque, como a produção literária dos Cavaleiros ou a sua relação com a música e o Canto. O autor estabelece uma ligação directa entre a Ordem do Templo e a sua sucedânea Ordem de Cristo, fazendo inúmeras referências aos locais intimamente ligados com os Templários e oferecendo ao leitor a oportunidade de conhecer a lista integral de mestrados, numa obra de inegável interesse – quer para estudiosos, quer para meros curiosos sobre o assunto.

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Vitor M. Adrião na Fnac Colombo

Fnac Colombo, 21 de Novembro (4ª feira) - 18.30 horas

Vitor M. Adrião & Pedro Basto de Almeida
conversam sobre a
«Lisboa Secreta - Capital do Quinto Império»

O mesmo autor de
«Quinta da Regaleira - A mansão Filosofal de Sintra» e «Portugal Templário - Vida e Obra da Ordem do Templo» debruça-se sobre a História não-contada da Capital de Portugal. A origem histórica e mítica, as gentes e os monumentos, as crenças e os mistérios, a evolução da cidade rumo ao cumprimento da Utopia feita V Império, promessa de Advento repetida de Bandarra a Fernando Pessoa. Formado em História e Filosofia Vitor M. Adrião dedica-se há 25 anos à investigação histórica nas áreas da simbologia e da tradição portuguesa no período medieval.

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Paixão na rua



Paixão ou a Batalha Contra as Sombras”, primeiro livro de Ricardo Belo de Morais, foi finalmente lançado, num cocktail realizado na passada semana, na Cafetaria do Museu do Chiado, quase pequena para acolher as largas dezenas de amigos, familiares, colegas, clientes e parceiros do autor que acorreram ao evento, em meio a muitas figuras públicas de todos os quadrantes.

O lançamento contou com a apresentação de Mafalda Arnauth e Carlos Pinto Coelho e uma sessão de leitura de poemas da obra, pelos actores Irene Cruz e Paulo Nery e pelo Grupo de Jograis “U…Tópico”.  [clique aqui para comprar online]


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O Livro dos Santos & Heróis


Autor: Andrew Lang e Leonora Lang

PVP: 23,10 (22 € + iva)
Formato: 150 x 230 mm

Nº págs.: 320 - 20 ilustrações

SANTOS, CAVALEIROS, DRAGÕES E MUITO MAIS...
Os primeiros cristãos a visitar a Europa e as Ilhas Britânicas encontraram pagãos que contavam contos de fadas, de animais falantes e de outras coisas maravilhosas. Os Cristãos logo se apressaram a juntar a essas histórias magníficas, outras novas acerca dos seus Santos.
Umas verdadeiras, outras improváveis, a maior parte simplesmente fantástica. Nas histórias que aqui incluímos, poderá conhecer o Santo que passou sete Páscoas no dorso de uma baleia e o amável leão que era amigo de São Jerónimo. Verá São Jorge a combater o dragão e poderá ler acerca do lobo feroz que São Francisco de Assis converteu.
Muitas das histórias apenas são tocadas ao de leve pela varinha mágica, assim, encontramos verdadeiras histórias de grandes Santos, tais como São Luís de França, São Vicente de Paulo, São Francisco Xavier e Santa Elizabete da Hungria almas marcadas pela coragem, bondade e piedade.
Estas maravilhosas lendas e excitantes histórias verdadeiras de Santos e Heróis cristãos proporcionarão muitas horas de prazer aos leitores, quer sejam crentes ou não!

ANDREW E LENORA LANG

Andrew Lang foi jornalista, poeta, historiador, critico literário, editor e tradutor, nasceu em Selkirk, na Escócia (1844-1912), estudou na Academia de Edimburgo, na Universidade de St. Andrews e no Colégio de Balliol, em Oxford. Passou a maior parte da sua vida profissional em Londres, escrevendo para o Daily News e o Morning Post e foi editor literário da Longman’s Magazine. Escreveu uma vintena de livros, incluíndo vários volumes de poesia, traduções d’A Ilíada e d’A Odisseia, romances, livros sobre cultura e religião, uma biografia do romancista e biógrafo John Gibson Lockhart e colecções de contos de fadas, nos quais a sua mulher, Lenora, colaborou.


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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Ensinar o Holocausto no Século XXI


por Guilherme d'Oliveira Martins

“Ensinar o Holocausto no Século XXI” de Jean-Michel Lecomte, com prefácio de Esther Mucznik (Via Occidentalis, 2007) é uma obra de valor pedagógico promovida pelo Conselho da Europa que nos alerta para a importância de cuidar da memória de modo a prevenir a intolerância, a cegueira e a barbárie com que o mundo se confrontou no século XX, num tempo que muitos anunciavam de paz e de entendimento.

 
NÃO HÁ HISTÓRIA MAIS DIFÍCIL… - Hannah Arendt disse que “não há história mais difícil de contar em toda a história da Humanidade” do que a do “Holocausto”. E porquê? “Em primeiro lugar pelo sofrimento intenso de um povo, estilhaçando com fragor insuportável os limites do entendimento humano” – diz-nos Esther Mucznik. “Até hoje, o genocício nazi, programado, sistemático e colectivo permanece para a civilização humana como a referência ética do mal absoluto”. Mas como foi tudo isto possível, quando ninguém esperava? E como foi possível que acontecesse a partir de um país de arte e de cultura? O certo é que tudo aconteceu de um modo sistemático e terrível. Daí que a obra agora saída corresponda à procura de uma consciência moral e cívica que possa contrapor o respeito ao ressentimento e a liberdade à servidão. Nesse sentido, o projecto do Conselho da Europa visa “suscitar o interesse dos jovens pela história recente do nosso continente e ajudá-los a estabelecer ligações entre as razões históricas e os desafios com os quais estão confrontados na Europa actual”. Está em causa a ajuda à criação de uma identificação europeia, o desenvolvimento da análise crítica, a sensibilização para a importância da diferença e do outro e o encorajamento aos professores para lançarem as bases de “um ensino europeu da história”. A dimensão europeia na Educação passa, assim, por um melhor conhecimento da realidade, de tragédia, de diálogo e de conflito, que nos antecedeu, com todas as suas implicações. O estudo da “Shoah” (expressão que significa “catástrofe” e que é utilizada para designar o genocídio perpetrado pelos nazis e seus aliados contra os judeus) e do “Holocausto” (sacrifício) deve, no fundo, permitir-nos ir além das apreciações simplistas ou do mero culto do ressentimento. É essencial entender as fontes da banalização do mal, para que, no futuro, possamos prevenir a sua ocorrência. De facto, entre o excesso de memória e a sua ausência, temos de encontrar um equilíbrio que permita não esquecer, sem fazer da lembrança um motivo de vingança.


APRENDER COM OS FACTOS – Ao longo de 50 fichas elaboradas criteriosamente, podemos obter uma informação bastante rigorosa e circunstanciada sobre o judaísmo, sobre a doutrina nazi, sobre os campos de concentração, sobre as perseguições (também dos Rom/Ciganos e dos homossexuais), sobre a decisão de extermínio, sobre as câmaras de gás e a cremação das vítimas, sobre os campos de extermínio (Auschwitz-Birkenau, Belzec, Chelmno, Lublin-Maidanek, Sobibor, Treblinka); sobre os “sonderkommandos” (encarregados das operações nos campos de morte – desde a preparação para as câmaras de gás até aos fornos crematórios); sobre a situação nos diversos países afectados; sobre as reacções dos judeus; sobre “os justos” (que ajudaram o povo judaico durante a Shoah); sobre as opções dos Aliados; sobre o número de mortos (cerca de 5 milhões de judeus); sobre o regresso dos sobreviventes; sobre o silêncio; sobre o revisionismo e o negacionismo; sobre a filmografia do tema e sobre os sítios na Internet. Trata-se de um conjunto de informações sobre o inominável e o injustificável. Como entender tanta cegueira e tanta desumanidade? E como interpretar os resultados da discricionariedade pura? E fica a afirmação de Primo Levi que “menciona um conjunto de ‘pequenas razões’, pequenas partículas de humanidade que se juntaram e que conduziram à sua sobrevivência – por outras palavras, uma sucessão de pequenos pedaços de sorte, de acontecimentos fortuitos”. Por outro lado, fica a realidade insofismável que hoje não pode sofrer contestação: “apesar do reduzido número de sobreviventes, foram registados muitos testemunhos, o que nos leva a considerar por que razão todos contaram o mesmo e por que razão não existem quaisquer provas do contrário”.


A DIFICULDADE DA MENSAGEM – À medida que o tempo passa, atenua-se, contudo, o impacto do drama real e prevalece a ideia mítica ora dos actos heróicos de resistência ora do carácter difuso da culpa e da responsabilidade. No entanto, mais do que os mitos, o que importa é fixar a actualidade do tema e o risco da repetição de acontecimentos tão terríveis e dramáticos. Daí que nas orientações dadas aos professores, no âmbito deste projecto educativo, haja muitas vezes dúvidas e hesitações sobre a eficácia menor ou maior da utilização de determinado exemplo ou instrumento. De facto, temos de contar com a “dificuldade da mensagem” e com o facto dela ter tudo a ver com a construção de uma sociedade mais humana, onde os direitos, as liberdades, as garantias e a responsabilidade pessoal têm de ter um lugar cimeiro. E se nos lembrarmos do exemplo de Janusz Korczak no gueto de Varsóvia vemos que o melhor método educativo é o da prática e do exemplo: “desenvolveu um sistema de organização democrática dos orfanatos – as crianças eram tratadas como indivíduos com plenos direitos e tomavam parte na administração da comunidade”.


DEVER DE MEMÓRIA? - Tzvetan Todorov afirmou que «les enjeux de la mémoire sont trop grands pour être laissés à l’enthousiasme ou à la colère» (Les Abus de la Mémoire, Arléa, 1995, p. 14). Esta é a preocupação fundamental que temos de preservar, a fim de que não haja interpretações unilaterais e abusivas sobre a memória. O dever de memória obriga ao rigor crítico e a prestar justiça – o que também leva à necessidade de compreender as circunstâncias da história para além da vitimação e da ameaça. O entusiasmo e a cólera levam à incompreensão de que a memória se refere à humanidade, e de que, nesse sentido, tem de apelar permanentemente à capacidade de compreender e de nos pormos no lugar do outro.

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Fisiologia do Gosto


«3 Minutos de Ciência» - Rádio Europa Lisboa - 90.4 FM

5ª feira, (12h40 - 15h40 - 19h40):  Nuno Crato destaca o livro «A Fisiologia do Gosto», de Brillat-Savarin, foi finalmente editado em Portugal pela Via Occidentalis, quase 200 anos depois da sua primeira edição francesa. Uma obra que fala, pela primeira vez, da ciência do gosto. Ouvir em directo online.
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

Paixão ou A Batalha Contra as Sombras

Autor: Ricardo Belo de Morais

Prefácio: Carlos Pinto Coelho e Mafalda Arnauth
Nº págs: 110

Formato: 220 x 230mm

PVP: 15,75 € (15,00€ + IVA


Primeira obra literária formal do consultor de comunicação Ricardo Belo de Morais, “Paixão ou A Batalha Contra as Sombras” é uma colecção subversiva de poemas, com alma livre e coração exaltado. A fadista Mafalda Arnauth e o jornalista Carlos Pinto Coelho assinam em conjunto o prefácio e a ilustração de capa é de José Fragateiro.

 

“Paixão ou a Batalha Contra as Sombras” é dividido em quatro secções resultantes da decomposição do título, mostrando quatro caminhos diversos - e por vezes bem contraditórios – do amor. Em oito dezenas de poemas, o autor viaja pela exaltação, o desalento, a raiva, a ironia e a paz, com o pano de fundo constante no amor que se tem, se quer, se deseja, se desdenha ou se perdeu, da febre do beijo até ao gelo da ruptura.

Apesar de ter a escrita como elemento essencial de profissão (em jornalismo, assessoria cultural, publicidade e consultoria de comunicação), a poesia sempre foi, para o autor, um exercício de intimidade. A “urgência” de dar a esta sua vertente um rosto público, em livro, foi despertada pela morte prematura da mulher a quem dedica o livro, Sofia Erse Arruda.

Convidados a prefaciar a obra, no sentido de apresentarem separadamente a perspectiva feminina e masculina do amor retratado em versos, Mafalda Arnauth e Carlos Pinto Coelho acabaram por seguir um caminho diferente. Com a técnica do cadavre exquis, criaram um texto conjunto e entrelaçado, construindo também eles uma pequena – e inesperada - obra literária.

O formato “quadrado” do livro (220 x 230mm) surge pela necessidade de respeitar integralmente a ilustração, da autoria de José Fragateiro, já anteriormente ‘cúmplice’ de Ricardo Belo de Morais, na ilustração dos textos que este último assinou para a secção ‘Paixões Secretas’, na revista Notícias Magazine.

“Paixão ou A Batalha Contra as Sombras” conta com um prolongamento na Internet, através de um blogue. Os compradores do livro poderão enviar uma cópia da sua factura para o email escrevedor@netcabo.pt, sendo-lhes depois remetido um convite com password para acesso a http://paixaoextra.blogspot.com, espaço restrito onde poderão continuar a contactar com a obra poética de Ricardo Belo de Morais, através de inéditos ali regularmente inseridos.

Sobre o Autor:

Nasceu em Oeiras, em Março de 1969. Aos cinco anos, já lia e escrevia e conheceu os primeiros clássicos ainda na escola primária. Dividido entre a Política e as Letras, ingressou aos 17 anos na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que abandonaria quatro anos depois, para iniciar carreira em jornalismo, na Rádio Comercial da Linha. Seguiu daí para ajudar a fundar a rádio XFM, onde foi jornalista, produtor e animador, colaborando pontualmente com as estações "irmãs", Energia e TSF.

A partir de 1995, iniciou uma colaboração regular com a revista Notícias Magazine, trabalhando também em assessoria cultural com o Clube Português de Artes e Ideias e a Câmara Municipal de Lisboa, na extinta EBAHL (hoje EGEAC) e na coordenação do gabinete de imprensa das Festas de Lisboa, até 1997.

É então convidado a integrar a equipa da agência NR/Hill & Knowlton, onde se mantém dois anos, altura em que ingressa também na Universidade Nova, com vista a concluir os estudos académicos, em Ciências da Comunicação.

Em 1999, funda a agência Multicom, da qual se afasta cinco anos depois. Foi seguidamente consultor de marketing e comunicação da Associação Portuguesa de Franchise, ligou-se como cronista à revista Franchising & New Business e voltou à rádio, como animador, aos microfones da RPL (hoje Rádio Europa Lisboa), onde mantém presença regular, em emissões aos fins-de-semana.

Em Maio de 2005, funda a Belo de Morais & Associados, empresa de comunicação e relações públicas a que actualmente preside.

Além da escrita - que exerce também no colectivo Scribblers e em vários pontos da blogosfera - é um apaixonado por cinema, música, fotografia, canto coral, teatro-performance, viagens e motociclismo.

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Bem-Vindo ao Condomínio


Autor: Helena Portugal / Loja do Condomínio

Prefácio: Mário Frota

PVP: 18,90 (18 € + iva)

Formato: 150x 230 mm

Nº págs.: 312

 

«Bem-vindo ao Condomínio» percorre um conjunto de temas fundamentais, normalmente não tratados por outros autores, imprescindíveis para melhor compreender e viver a realidade humana e jurídica que é o condomínio.

 

Escrito pela directora de formação da Loja do Condomínio (franchising que lidera o mercado neste sector) este livro reflecte sobre os anseios, dúvidas e dificuldades dos condóminos e dos administradores de condomínio.

 

Movida por esta experiência a Autora aborda as questões que surgem mais frequentemente na vida condominial, numa perspectiva prática, enquadradas na vertente actual da jurisprudência e doutrina que orientam o regime de propriedade horizontal.
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Ensinar o Holocausto no século XXI

  EUROPA ENTREVISTA

  4ª FEIRA, 10 DE OUTUBRO - 19H05

  SÁBADO, 13 DE OUTUBRO - 18H05 (redifusão)

 

A propósito da edição em Portugal do livro "Ensinar o Holocausto no século XXI", de Jean-Michel Lecomte (Editora Via Occidentalis), o Europa Entrevista convida esta semana Esther Mucznik, vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa, para falar das ameaças da extrema-direita na Europa (como a recente profanação de campas no Cemitério israelita em Lisboa) e do actual momento do processo de Paz no Médio Oriente.

Europa Entrevista : uma edição de Mónica Peixoto.

 

Emissão também disponível online em www.radioeuropa.fm ou através da powerbox da TV Cabo.
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

3 Estórias Móveis



Autor: João Freitas Ferreira

Nº págs: 204

Formato: 150 x 230 mm / Género: Ficção
PVP: 14,70 € (14€ + IVA)


Parece ser inegável que, no mundo actual, o telemóvel é cada vez mais um objecto indispensável. Com ele, ganhamos a sensação – talvez falsa – de abolir distâncias, a partir do momento em que qualquer pessoa passa a estar à distância do marcar de um número, onde quer que estejamos. Mas será que o telemóvel alguma vez se irá substituir ao contacto físico, humano? “3 Estórias Móveis”, de João Freitas Ferreira, é uma ficção que procura reflectir sobre as distâncias que o imediatismo comunicacional ainda não conseguiu superar…

 

“Rita”, “Bernardo” e “Augusta” são três lisboetas que em nada se distinguem dos estranhos que por nós passam nas ruas da capital, acelerados, absortos a falar ao telemóvel, ou preocupados com algo que somos incapazes de compreender com apenas um olhar.

É com base na vivência destas três personagens que João Freitas Ferreira nos mostra uma perspectiva muito pessoal – e, especialmente, muito humana – da cidade de Lisboa que todos conhecemos, reflectindo sobre a forma como as vidas se cruzam e se ignoram, simultaneamente.

Por detrás das aparências – o aspecto, a profissão, o nome, todos os factores que, demasiadas vezes, nos bastam para pensarmos que conhecemos alguém – esconde-se, por vezes, um “admirável mundo novo”, que por vezes é bem mais sombrio do que esperamos.

“3 Estórias Móveis” é, no fundo, um livro que pretende quebrar alguns preconceitos, reflectindo sobre a forma paradoxal como, num mundo onde a comunicação é cada vez mais presente e mais imediata – materializada nesse objecto quotidiano, como o telemóvel – as pessoas podem ser cada vez mais ausentes.

Sobre o Autor:

João Freitas Ferreira nasceu em Lubango, Angola. Com uma forte formação teológica, conclui a licenciatura em Teologia na Universidade Católica de Lisboa, e a Licenciatura Canónica em Teologia Dogmática, com a tese “A Relação Fé - Cultura no Cristianismo Antigo”.

A sua relação com a Fé viria também a reflectir-se na sua personalidade humanista. Participa activamente no desenvolvimento de diversos projectos na Baixa - Chiado, com o objectivo de reabilitar as Igrejas e a animação sócio-cultural da zona nobre da capital por exemplo, a elaboração de vários ciclos de concertos de música sacra e a criação dos “Itinerários da Fé”, visitas guiadas às Igrejas. Desde 2005 é sócio co-fundador de uma agência de comunicação, onde exerce como consultor de comunicação.

Em termos pessoais, mantém grandes afinidades com o mundo das artes e da cultura: cinéfilo convicto, amante das artes plásticas e da música clássica – mas não só nem tão pouco – encontra na escrita criativa o meio por excelência para a sua expressão pessoal.

Da sua formação e da experiência inter-pessoal, nasce o gosto pela relação humana e a sua qualidade de comunicação. Por isso, aborda com simplicidade a complexidade das relações humanas onde a informação tenta minorar as falhas afectivas. Num mundo ligado 24 horas, onde fica a relação humana, o tempo “gasto” e a gratuidade?

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Fisiologia do Gosto


Autor: Brillat-Savarin

apresentação de Alfredo Saramago
Nº págs: 362

Formato: 150 x 230 mm / Género: Ensaio
PVP: 19,95 € (19 € + IVA)


Encarada por muitos como a bíblia dos epicuristas e gastrónomos, «Fisiologia do Gosto», de Brillat-Savarin, é uma obra clássica, inusitada e repleta de “deliciosos” aforismos, que aplica contornos científicos ao acto de bem comer. Publicada originalmente em 1825, a dois meses da morte do seu autor, esta edição conta com o prefácio do historiador e antropólogo Alfredo Saramago, um dos raros investigadores portugueses a demonstrar interesse pela História da Alimentação.

 

A gastronomia acompanha-nos e sustenta-nos desde o nascimento até à morte. É ela que nos aumenta as delícias do amor, a confiança da amizade, que desarma a ira e facilita os tratos e nos oferece, no curto trajecto das nossas vidas, o único prazer que, não sendo seguido de fadiga, nos revigora todos os outros.

 

Para muitos, comer é um acto simples, algo que se faz quando se tem fome. Mas não para todos. Numa demanda de aplicar ao – simples – acto de comer um conjunto de axiomas científicos, surge Fisiologia do Gosto, de Jean Anthelme Brillat-Savarin, advogado, magistrado e político francês que se tornou famoso pela sua devoção gastrónoma e epicurista, e que transformou uma necessidade fisiológica num processo artístico, repleto de delicadezas e preceitos.

 

De facto, se existisse uma certidão de nascimento para a Gastronomia, estaria materializada em Fisiologia do Gosto: uma obra com tanto de especial quanto de caricato, “temperada” com uma série de meditações sobre os alimentos e a natureza humana que deixam vislumbrar os autores que, em última análise, influenciaram Brillat-Savarin: Voltaire, Rousseau, Fenelon, Buffon, Cochin e d’Aguesseau.

 

Mais do que um livro sobre culinária ou até etiqueta, Fisiologia do Gosto é um ensaio sobre os sentidos: o olfacto, o tacto, o paladar e até o amor são temas recorrentes e, segundo Brillat-Savarin, indissociáveis do acto de desfrutar de uma refeição. Ou não fosse ele o autor de frases como Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és, e ainda a descoberta de uma nova receita faz mais pela felicidade do género humano do que a descoberta de uma estrela...

Sobre o Autor:

Jean Anthelme Brillat-Savarin (1755 – 1826) foi um dos mais famosos epicuristas e gastrónomos franceses de todos os tempos. Nasceu na cidade de Belley, Ain, e dedicou-se nos primeiros anos da sua vida ao estudo do direito, química e medicina, em Dijon, tendo chegado a praticar advocacia na sua cidade natal. Em 1789, aquando do rebentar da Revolução Francesa, foi nomeado deputado da Assembleia Nacional Constituinte, onde adquiriu alguma fama, particularmente devido à sua defesa pública da pena capital. Adoptaria o apelido “Savarin” após a morte de uma tia sua, que lhe deixara toda a sua fortuna sob a condição que adoptasse o seu último nome.

Numa fase posterior da Revolução, a sua cabeça ficou a prémio, e Brillat-Savarin procurou asilo político na Suíça. Mais tarde, mudou-se para a Holanda, e depois para os Estados Unidos, onde permaneceu durante três anos, dando aulas de Francês e de violino.

Regressou a França em 1797 e obteve a magistratura, exercendo até ao fim da sua vida como juiz do Supremo Tribunal. Publicou várias obras de direito e economia, mas a sua obra mais conhecida foi mesmo “Fisiologia do Gosto” (Physiologie do Goût), lançada em Dezembro de 1825, dois meses antes da sua morte.

Considerado por muitos como “o pai da dieta baixa em hidrocarbonetos”, Brillat-Savarin é o autor de frases famosas como “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és” e “a descoberta de uma nova receita faz mais pela felicidade do género humano do que a descoberta de uma estrela”.  

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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

Ensinar o Holocausto no Século XXI



Autor: Jean-Michel Lecomte
Prefácio à edição portuguesa: Esther Mucznik

Nº págs: 236

Formato: 150 x 220 mm ///Género: Ensaio

PVP: 13,65 € (13€ + IVA)


Publicado no âmbito do projecto do Conselho da Europa intitulado “Aprender a ensinar a História da Europa do séc. XX”, este livro de Jean-Michel Lecomte dirige-se, em especial, aos professores, e procura adaptar a forma de ensinar a História aos desafios que a modernidade lhe coloca.


Recomendado pelo Conselho da Europa e com prefácio da prestigiada investigadora em assuntos judaicos, Esther Mucznik, esta obra de Jean-Michel Lecomte procura reflectir sobre o importante lugar do ensino do Holocausto, num quadro de ressurgimento do anti-semitismo em algumas partes da Europa, da acessibilidade de sites negacionistas na Internet e da posição isolacionista actualmente adoptada por alguns dirigentes políticos europeus, que fazem desta temática um assunto que ultrapassa largamente os limites da História enquanto disciplina escolar.

Baseado em trabalhos de autores incontestados como Raul Hilberg, Sir Martin Gilbert, Saul Friedlander e Christopher Browning, e nos testemunhos directos de Primo Levi, Hermann Langbein e de pessoas entrevistadas por Claude Lanzmann, Ensinar o Holocausto no século XXI propõe aos seus leitores privilegiados (público em geral, alunos, pais e professores) um conjunto de conhecimentos únicos, colmatando, em certos casos, a falta de informação sobre esta matéria tão sensível.

A abordagem de Lecomte procura alargar a definição do Holocausto para além do anti-semitismo, destacando factos e números relativos às vítimas frequentemente esquecidas: os romenos/ciganos, os homossexuais e as testemunhas de Jeová, e fornece também importantes informações acerca da natureza e a execução do genocídio em diferentes países.

publicado por jps às 00:21
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Portugal Templário - Vida e Obra da Ordem do Templo




Autor: Vitor Manuel Adrião

Nº págs: 604 (mais 14 de fotografias)

Formato: 150 x 230 mm /// Género: Ensaio

PVP: 27.30 € (26€ + IVA)

Qual foi, afinal, a verdadeira influência dos Cavaleiros Templários na definição do território e cultura do país que conhecemos por… Portugal? As relações de influência da Ordem de Cristo no nosso país são tema central no novo livro do historiador e filósofo Vítor Manuel Adrião. Uma obra única e de inegável valor histórico, que atravessa os séculos de Portugalidade sob o pendão da mais misteriosa e controversa organização da Idade Média…

Depois dos sucessos editoriais que foram as suas recentes obras «Lisboa Secreta» e «Quinta da Regaleira», o historiador e filósofo Vítor Manuel Adrião regressa este mês aos escaparates com “Portugal Templário”, abordando um dos seus temas mais acarinhados – a Ordem de Cristo – numa análise inédita da influência desta organização religiosa na própria definição de Portugal.

Encarando a acção dos Templários como «cimento indispensável à formação político-social e ao crescente sentido de espiritualidade e religião no nosso país», Vítor Manuel Adrião apresenta, em “Portugal Templário”, uma vasta colectânea de textos inéditos da época, relativos à presença da Ordem em solo luso. As opiniões escritas dos reis ibéricos sobre os Templários, com destaque para os de Aragão e de Portugal, ou o Louvor e a Regra de São Bernardo de Claraval, figura influente na Ordem, são apenas alguns dos documentos que constam nesta colecção, entre cartas régias, bulas papais e dezenas de depoimentos escritos por quem conheceu a organização de perto.

Num livro único no género da História Sagrada, o autor trata em detalhe temáticas como a missão espiritual e temporal do Templo, a gnose Templária, o ouro, o processo de extinção da Ordem, as relações com o Infante D. Henrique, a misteriosa figura de Preste João e ainda o património Templário em Portugal, intitulado “Jerusalém Celeste”, apresentando também uma vasta e rara colecção iconográfica ilustrativa da presença da Ordem no nosso país.
publicado por jps às 00:07
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

Cátaros - história de uma heresia



Autor: Pedro Silva
Nº de págs: 132
Formato: 15 x 23 /// Género: Ensaio
Preço: 13,65 euros (13 + iva)

Depois de ter publicado vários livros sobre os Cavaleiros da Ordem do Templo, Pedro Silva apresenta “Cátaros – História de uma heresia”, onde se debruça sobre os processos ideológicos e sociais que levaram ao aparecimento – e extinção – desta seita religiosa considerada herética. Apesar da sua curta existência, e principalmente do seu forçado desaparecimento, ainda hoje, vários séculos volvidos após a sua extinção oficial, somos tocados pelos trágicos acontecimentos da heresia albigense.

Apresentando-se como um dos temas mais apaixonantes da história da cristandade, a heresia dos cátaros (kataroi, a palavra grega para puro) ou albigenses (em razão da sua preponderância na cidade de Albi, na França Meridional), surge no início do século XII, no Sul de França. As dissidências ideológicas levam à sua perseguição imediata pela Igreja Católica, que culmina com a sua extinção, no séc. XIV, dentro do quadro que conduziu ao aparecimento da Inquisição.

Derivando da ideologia cristã, os Cátaros foram considerados hereges não somente porque defendiam o regresso a uma forma de cristianismo mais primordial, através da recusa completa dos bens materiais, mas especialmente porque o surgimento desta seita marcou o regresso de uma forma de Maniqueísmo que opunha ao monoteísmo a existência de dois deuses, um bom, espiritual, e um mau, material.

Na época actual, onde os radicalismos teológicos voltam a assumir uma extrema importância e onde a compreensão mútua é cada vez mais essencial para a paz mundial, "Cátaros – História de uma heresia” é uma obra que parte de um caso específico para reflectir, em última análise, sobre as perseguições motivadas pelo dogmatismo religioso e pela intolerância, e as suas consequências sobre o rumo da História.
publicado por jps às 12:16
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Segunda-feira, 23 de Abril de 2007

Do Olimpo à Internet – Pedofilia, pederastia e efebofilia no espaço público



Autor: T. Amis-Miller
Nº de págs: 144
Formato: 15 x 23 /// Género: Ensaio
Preço: 16,80 euros (16 + iva)


A atracção erótica de adultos por jovens e crianças não é um fenómeno novo: as suas raízes mergulham fundo nas tradições da civilização clássica, onde a pederastia era protegida pela lei, estimulada pela família e celebrada por sacerdotes, filósofos e artistas.
O presente ensaio questiona, com rigor e sem preconceitos, uma das práticas mais antigas da história do Homem, hoje envolvida pelas sombras negras da pedofilia predatória, da pornografia, do abuso, da violência e da exploração da miséria. E disseca a hipocrisia da sociedade ocidental que, a par de uma política de repressão dos comportamentos sexuais desviantes, não cessa de explorar sub-repticiamente o erotismo infanto-juvenil, o lolitismo e os paraísos artificiais de uma época dominada pela “cultura” do “casting”, do espectáculo e do utilitário.
publicado por jps às 15:48
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Porquê – Confidências de quem perde um filho




Autor: António José Sarmento Felgueiras
Nº de págs: 220
Formato: 15 x 23 /// Género: Ensaio
Preço: 18,90 euros (18 + iva)

Para os clássicos a pior tragédia era sobreviver à morte dos filhos.
António José Sarmento Felgueiras perdeu o Ricardo e relata-nos o sofrimento causado por esse vazio na vida de uma família, num livro que pretende ser um traço de união, uma partilha, com todos os que tendo passado por tamanho infortúnio continuam a encarar a vida com esperança e amor.
Também à venda na Associação A NOSSA ÂNCORA - apoio a pais em luto
publicado por jps às 15:40
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A Conspiração Judaico-Maçónica



Autor: Alain Goldschläger e Jaques Charles Lemaire
Nº págs: 148
Formato: 150 x 230 mm /// Género: Ensaio
PVP: 17,85 € (17 € + IVA)

Qual o poder efectivo da maçonaria na ordem mundial? Desfazer todas as dúvidas em torno do mito de uma grande conspiração judaico-maçónica é o objectivo da mais recente – e polémica – obra de Alain Goldschläger e Jaques Charles Lemaire. Os autores põem em causa a “ingenuidade” de uma teoria que justificou, no passado, os intentos criminosos e sangrentos de fundamentalistas Católicos, Islâmicos e de Extrema-Direita.
«As conspirações existem; a conspiração, não». Se é inquestionável que em todas as épocas do passado foram urdidas manobras para mudar uma situação política, como foram os casos de, por exemplo, o assassinato de Júlio César ou o fim «forçado» de Napoleão, os investigadores Goldschläger e Lemaire defendem que não é possível, nem historicamente plausível, falar-se numa grande conspiração mundial judaico-maçónica.
Numa obra que pretende deitar por terra uma teoria que justificou acontecimentos como o Holocausto, e demonstrar o absurdo lógico e histórico da aliança atribuída aos judeus e aos franco-maçons, os autores partem de uma análise histórica e sociológica para atribuir ao poder do mito uma “lógica de exploração”, implementada através da manipulação histórica e argumentativa por parte de determinados agentes.
Segundo os autores, o mito – que teve origem no final do séc. XIX – subsiste na actualidade através dos “insuspeitos” meios da literatura e do cinema: James Bond já não defende a honra ou vida da rainha de Inglaterra, para se opor às pretensões de domínio mundial do Spectre. Por outro lado, Luke Skywalker salva as galáxias das garras do «Império do mal». Para Goldschläger e Lemaire, estas ficções arriscam-se a criar, inadvertidamente, um terreno fértil para os espíritos fracos, mais inclinados a aceitar uma explicação simplista e totalizante do real.
«A Conspiração Judaico-Maçónica» é uma obra explicativa, que pretende lançar um alerta para os perigos do desvio de pensamento e da manipulação histórica e desfazer um mito que já permitiu demasiados excessos, em nome de uma luta mobilizada pelo extremismo.
publicado por jps às 15:26
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Quinta-feira, 22 de Março de 2007

Cruzada contra o Graal - A luta entre os Cátaros, os Templários e a Igreja de Roma



Autor: Otto Rahn
Nº págs: 344

Formato: 150x 230 mm /// Género: Ensaio
PVP: 25,20 € (24 € + iva)


«Cruzada contra o Graal» foi o livro que popularizou a lenda dos Cátaros e do Santo Graal. A primeira edição apareceu na Alemanha em 1933, na qual Otto Rahn relata as expedições que realizou nas grutas dos Pirinéus onde os heréticos cátaros se refugiaram no século XIII. Durante décadas o livro foi traduzido em várias línguas e inspirou autores como Trevor Ravenscroft e Jean-Michel Angebert.
Otto Rahn acreditava que o épico «Parzival» de Wolfram von Eschenbach era a chave para os mistérios cátaros e para a localização do Santo Graal. Rahn via no «Parzival» não uma obra de ficção mas um relato histórico dos Cátaros e dos Cavaleiros Templários, guardiães do Graal. A cruzada do Vaticano contra os Cátaros tornou-se numa guerra que colocou Roma contra o Amor, na qual a igreja triunfou, pela espada e pela fogueira, sobre a pura fé dos Cátaros.
publicado por jps às 12:26
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Quarta-feira, 7 de Março de 2007

Lisboa Secreta - Capital do Quinto Império



Autor: Vitor Manuel Adrião
Nº págs: 192
Formato: 150x 230 mm /// Género: Ensaio
PVP: 19,95 € (19 € + iva)
A obra:
O mesmo autor de «Quinta da Regaleira – A Mansão Filosofal de Sintra», debruça-se sobre a História não-contada da Capital de Portugal - a Lisboa Secreta. A origem histórica e mítica, as gentes e os monumentos, as crenças e os mistérios, a evolução da cidade rumo ao cumprimento da Utopia feita V Império, promessa de Advento repetida de Bandarra a Fernando Pessoa.

Índice: Povoadores primitivos; Evolução toponímica; O Tejo sagrado; As sete colinas; O brasão olisiponense; Lisboa andrógina; 1755: a ira divina; Lisboa restaurada; Lisboa desvelada; Desvendando a simbologia oculta de Lisboa; Jardim Zoológico de Lisboa – a imitação do paraíso bíblico; Lisboa do Quinto Império.

O Autor:
Vitor Manuel Adrião nasceu em Lisboa em 26 de Novembro de 1959. Formado em História e Filosofia, antiga cadeira de Histórico-Filosóficas da F.L.L., dedica-se há mais de 25 anos à investigação histórica nas áreas da simbologia e da tradição portuguesa no período medieval, tendo coordenado vários cursos sobre a História Sagrada de Portugal, de que se destacam: curso de “História Mítica Portuguesa” em Paço de Arcos, 1986; curso de “Introdução à Portugalidade” na Academia de Letras e Artes em Cascais, 2001. Estudioso da cultura do Termo ou dos Saloios, dedicou dezenas de artigos e quatro livros ao tema, valendo-lhe louvores públicos de várias edilidades municipais, diplomas e a medalha de honra de Santo António dos Cavaleiros, por ter contribuído na aprovação do seu brasão e bandeira, o que igualmente aconteceu em Loures e em Frielas, aqui como interventor e propagador da cultura folclórica e etnográfica local, tendo recebido vários prémios e menções honrosas. Conferencista e escritor, com mais de 2000 palestras feitas, escritos centenas de artigos e cerca de 40 livros, periodicamente colabora em emissoras de rádio e de televisão, jornais e revistas nacionais e estrangeiras. Autor da “História Oculta de Portugal”, editada em S. Paulo, tem uma vasta obra dedicada à Brasilidade de que se destaca a “História Secreta do Brasil, igualmente editada em S. Paulo. Como reconhecimento oficial da sua prestação cultural ao Brasil, em 2002 a Sociedade de Estudos de Problemas Brasileiros conferiu-lhe o título perpétuo da cadeira Histórica e Cultural certificando-o Comendador. Fundou em 1978, em Sagres, a Comunidade Teúrgica Portuguesa, instituição cultural-espiritualista que vem dirigindo desde então na linha de pensamento da antiga Sociedade Teosófica Brasileira, mas adaptada à vocação lusíada com pólo fixo em Sintra, Serra de cuja História Sagrada também é o primeiro autor português, tendo escrito “Sintra, Serra Sagrada”.
publicado por jps às 18:09
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

Quinta da Regaleira – A Mansão Filosofal de Sintra




Autor: Vitor Manuel Adrião
Nº págs: 420 (inclui 24 págs. a cores)
Formato: 150x 230 mm /// Género: Ensaio
PVP: 29.40 € (28€ + iva)

A Obra:
A Quinta da Regaleira de Sintra tem neste livro um guia indispensável ao seu entendimento espiritual e iniciático, no qual passo a passo e de maneira inédita, todo o seu simbolismo arquitectónico, pictórico e paisagístico é analisado e decifrado à luz da Tradição Sagrada, revelando-o espaço consagrado de “Mansão Filosofal”, de vocação Nacional, Sebástica e de Demanda consignada em Cavalaria Espiritual.

Vitor Manuel Adrião, analisa em pormenor tanto a origem como a finalidade da Quinta da Regaleira, o seu misterioso proprietário original, António Augusto Carvalho Monteiro, consignado “Fulcanelli” português, a Linhagem “sobrenatural” dos Lusignan de Jerusalém a Sintra, o palácio alquímico da Peninha de Sintra, os mistérios da “Abadia” subterrânea de Lisboa e do palácio do Buçaco, o sentido paradisíaco do Zoo português, As tapeçarias herméticas de “la Dame à la Licorne”, o Tratado Alquímico de D. Afonso V e o simbolismo esotérico do jazigo funerário da família Carvalho Monteiro, dentre muitos outros assuntos todos do maior interesse ao entendimento verdadeiro, lúcido e profundo da Portugalidade.
publicado por jps às 14:46
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Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

Sexo, Padres e Códigos Secretos - 2000 anos de Abuso Sexual na Igreja Católica



Autores: Thomas P. Doyle – A.W.R. Sipe – Patrick J. Wall
Nº págs: 394
Formato: 150x 230 mm /// Género: Ensaio
PVP: 27.30 € (26 € + iva)

A Obra:
Em 1984 rebentou nos Estados Unidos o escândalo dos padres pedófilos. Centenas de sacerdotes sentaram-se desde então no banco dos réus, cobrindo a Igreja de vergonha e semeando a dúvida e a perplexidade entre milhões de fiéis em todo o mundo. Infelizmente, como se veio a comprovar, o abuso sexual de menores por membros do clero não se limita àquele país nem constitui, sequer, um fenómeno novo. Este livro, corajosamente escrito por três homens da Igreja, revela a amplitude assustadora da pedofilia clerical e desenterra dos arquivos oficiais documentos que provam que já no século I os cristãos se debatiam com o problema. Nesta obra, os autores questionam ainda, com frontalidade e rigor, a essência do celibato dos padres e o estranho silêncio cúmplice de bispos e cardeais perante a vastidão dos abusos sexuais cometidos; e analisam a forma como, no seu conjunto, a Igreja Católica lidou com uma tragédia que abalou os seus alicerces milenares.
O documentário «Deliver Us from Evil», que referencia esta obra e considera os seus autores como peritos teológicos e canónicos sobre esta matéria, está nomeado para os Oscares deste ano.
publicado por jps às 21:26
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Bocage Maçon




Autor: Jorge Morais
Nº págs: 164
Formato: 130x205 mm /// Género: Ensaio
PVP: 17.85 € (17 € + iva)

O «Irmão Lucrécio» da Loja Fortaleza: Manuel Maria de Barbosa du Bocage e o Iluminismo maçónico em Portugal no último quartel do século XVIII. Aproximação a um roteiro bibliográfico.


*
Bocage pertenceu à Maçonaria?
Pertenceu. Foi iniciado em Lisboa, entre 1795 e 1797, e fez parte dos quadros da Loja Fortaleza, uma das fundadoras do Grande Oriente Lusitano. Usava o nome simbólico “Lucrécio” (um vate latino do século I a.C.).
Esse facto era conhecido?
Sim, nos meios académicos. Mas quase ninguém se lhe refere fora das obras da especialidade. O grande público, de um modo geral, ignora.
Mas há provas?
Há documentos maçónicos, processos judiciais e muita correspondência da época a atestá-lo.
É esse o tema deste livro?
Este livro reúne, pela primeira vez na historiografia bocagiana, todos os elementos que documentam, explicam e enquadram o percurso maçónico de Bocage, inserindo-o na vida intelectual e política do seu tempo.
Não é um “romance histórico”?
Não. É um ensaio fundamentado e documentado. Remete para todas as fontes disponíveis e pretende ser um roteiro bibliográfico completo sobre o assunto.
É uma obra “pesada” para quem não é especialista?
Não. Está escrita numa linguagem viva e acessível a qualquer leitor. Retrata a Lisboa e o Portugal dos finais do século XIX, ocupa-se da prisão de Bocage e dos seus permanentes dissabores com a polícia e a censura, estuda a vida da Maçonaria portuguesa do período e detém-se com particular atenção nas referências maçónicas e espirituais contidas na obra do poeta.
Espirituais? Mas Bocage não era um boémio devasso e herege?
O anedotário nacional criou essa caricatura, sob a qual se escondem facetas espirituais, políticas e até religiosas menos conhecidas.
Tudo isso está documentado neste livro?
Está. E afirma-o António Valdemar, da Academia das Ciências, no Prefácio: “Eis o verdadeiro Bocage reabilitado por Jorge Morais, tão diferente do ímpio, do sacrílego, do blasfemo, que passou à posteridade com a imagem deturpada do ateu e marginal incorrigível”.
O AUTOR: Jornalista e escritor, Jorge Morais dedica-se à investigação de temas históricos. Na sua obra anterior (Com Permissão de Sua Majestade, ed. Via Occidentalis, 2005) estudou o papel da Maçonaria e da Família Real inglesa na instauração da República em Portugal.
publicado por jps às 21:23
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A Arte do Sexo Oral



Autor: Anónimo
Nº págs: 174
Formato: 150x230 mm /// Género: Ensaio
PVP: 17.85 € (17 € + iva)

A Obra:

Num mundo em que a quase totalidade dos jovens encara sem preconceito os velhos “segredos da alcova”, que poderá ainda dizer-se de novo sobre o sexo oral? Na verdade, quase tudo. Relegado umas vezes para a pornografia e a obscenidade e outras para uma linguagem médico-científica seca e sem ligação ao quotidiano, o sexo oral raramente é tratado com a franqueza e o à-vontade com que surge neste livro admirável. Escrito sem falsos pudores (mas também sem ofender quem lê), «A Arte do Sexo Oral» desvenda os prazeres mais íntimos do amor conjugal, libertando-o do “manto diáfano de fantasia” que há muito cobria a verdade da sua “nudez forte”. Dedicado aos homens e mulheres interessados em melhorar a sua vida íntima e, com ela, as suas relações de afecto, esta obra usa uma linguagem sem aspas ou termos técnicos, tabus ou preconceitos. Essa lealdade e o rigor prático das suas ajudas e conselhos fazem dele um indispensável livro de cabeceira.

publicado por jps às 21:13
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2006

O Irão na 3ª Guerra Mundial



Autor: Laurent Artur du Plessis
Nº págs: 150 págs.

Formato: 150x220 mm /// Género: Ensaio
PVP: 13.65 €

A Obra:
Decidido a dotar o Irão da arma nuclear, o ultra-conservador presidente Ahmadinejad, apoiado pelo guia supremo Ali Khamenei, conduz o país em rota de colisão com os Estados Unidos que, destruirão os equipamentos nucleares iranianos, com ou sem a ONU. Limitado a operações aéreas, o assalto americano (com o apoio de alguns aliados) exacerbará o ódio anti-ocidental do Islão, desencadeando uma forte onda de choque. Este conflito com várias repercussões geopolíticas (nucleares, petrolíferas, etc.) precisará os contornos da 3ª guerra mundial que inexoravelmente se aproxima: oporá o Ocidente e os seus aliados (nomeadamente a Índia e o Japão) e o eixo "islamo-confuciano" (principalmente os países muçulmanos e a China). Que campo escolherá a Rússia que, actualmente, apoia o Irão e se aproxima da China?

O Autor:
Laurent Artur du Plessis nasceu em 1952 na Argélia. Jorna-lista do Fígaro Magazine entre 1978 e 1991, especializou-se em Geopolítica. Acaba de publicar «10 Questions sur la Turquie et 10 réponses qui dérangent». O seu primeiro livro, «La Troisième Guerre mondiale a commencé» (2002) obteve um forte impacto. Depois, os acontecimentos precipitaram-se: caos no Iraque, sucessos eleitorais dos islamistas, atentados de grande envergadura… a terceira guerra mundial ganha amplitude.
publicado por jps às 16:30
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Assassini – uma seita esotérica



Autor: Pedro Silva
Nº de págs: 136 págs.
Formato: 150x220 mm /// Género: Ensaio
PVP: 12.60 €

A Obra:
Num momento em que o mundo ocidental se encontra em convulsão interna devido a questões externas, relacionadas com a insegurança diária provocada pelos ataques terroristas, convém relembrar que, há vários séculos atrás, uma Ordem, de cariz essencialmente militar, mas sem relegar a sua função religiosa e, sobretudo, mística, já possuía um pensamento terrorista. Combatendo, a seu bel-prazer, todos aqueles considerados inimigos da sua fé, mas sem se coibir de atacar muçulmanos, as suas atitudes eram baseadas no terrorismo puro (atacando de forma traiçoeira pessoas e exércitos), deixando vincada a sua marca de assassinos (palavra que trouxeram para o vocabulário ocidental), regra geral utilizando, como arma, um simples punhal.
Esta seita islâmica tinha como denominação, os Assassini, e, tal como os Templários lutaram incessantemente pela manutenção da fé cristã, do lado de lá da barricada, os membros desta ordem criada no Oriente não descansaram por um só instante para fazer prevalecer a sua fé religiosa.
Provavelmente mais do que nunca, este é o momento ideal para dar a conhecer os primeiros terroristas da Humanidade - os Assassini!

O Autor:
Pedro Silva nasce em 1977 em Tomar. Após a publicação de cinco obras dedicadas à temática dos templários e com outras no prelo, o autor aborda nesta obra uma seita contemporânea da Ordem do Templo.

publicado por jps às 16:21
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Descobre-me



Autora: Sandra Soares
Nº págs: 130 págs.

Formato: 150x220 mm /// Género: Ficção
PVP: 12.60 €

A Obra:
Saturada com a rotina, Patrícia uma jovem lisboeta, anseia por adrenalina, aventura, amor e loucura… deseja sentir-se viva.
Enclausurada numa relação monótona, Patrícia começa a perder interesse na relação com o namorado. Mas ao conhecer a irmã dele, Jessica, uma beldade sensual e misteriosa (que iria ser a sua futura cunhada) vê a vida mudar rapidamente.
Num mundo de descobertas sensuais, o preço do amor entre duas mulheres atinge por vezes valores inexplicáveis.

A Autora:
Sandra Soares nasceu em Surrey, na Grã-Bretanha, em 1978. Frequentou a Roseberry School onde tirou um curso de Literatura Inglesa. Ao chegar a Portugal continuou a estudar e ganhou gosto pela Literatura Portuguesa. O preconceito social levou-a a escrever um romance em que parte à descoberta das emoções puras, de um amor sincero, entre duas mulheres.
publicado por jps às 16:14
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2006

Lendas de Cristo



Autor: Selma Lagerlöf
Págs.: 204
Formato: 150 x 220 mm /// Género: Ficção
PVP: 14.70 euros (iva incl.) -

Um livro maravilhoso onde a autora recria os primórdios do cristianismo através de 12 contos:
A chama
Recordação do Natal
O poço dos três magos
A visão do imperador
O menino de Belém
A fuga para o Egipto
Em Nazaré
No templo
O véu de Santa Verónica
O pintarroxo
Nosso Senhor e S. Pedro

A Autora:
Selma Ottilia Lovisa Lagerlöf, (Mårbacka, 20 de Novembro de 1858 - Mårbacka, 16 de Março de 1940) filha do tenente Erik Gustaf Lagerlöf e de sua mulher Louis Wallroth, pertencia às velhas famílias de Värmland. Grande parte do que ela conta sobre esta região da Suécia tem origem nas lendas e récitas que absorveu na infância.
É professora da escola feminina de Landskrona de 1885 a 1895. A casa familiar de Morbacka é vendida em 1887. A «Saga de Gösta Berling» é publicada em 1891.
O sucesso que obtêm com a obra para crianças «A Maravilhosa Viagem de Nils Holgerson através da Suécia», em 1906-1907, permite-lhe realizar o sonho de readquirir a casa de família em 1910.
Escreveu também novelas e livros de lendas, preferentemente sobre assuntos nórdicos e cristãos.
É a primeira mulher a receber o Prémio Nobel da Literatura, em 1909 e a primeira mulher a ser eleita para a Academia Sueca, em 1914.
publicado por jps às 12:24
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Mistérios da Humanidade



Autor: Pedro Silva
Págs.: 264
Formato: 150 x 220 mm /// Género: Mistérios
PVP: 14.70 euros (iva incl.)

O livro:
Temas controversos, fonte de rumores e teorias, assim como de profundo temor e vivo interesse da parte de todos nós. Desde a personagem do Conde Drácula, conhecido pela sua característica sanguinária, até ao fenómeno do espiritismo, o Autor discorre de forma acessível, mas não superficial sobre os assuntos que mexem com o intimo do ser humano. As respostas a algumas das maiores questões que nos intrigam residem nas páginas deste livro.
Drácula
Anjos
Monstro de Loch Ness
Sonhos
Triângulo das Bermudas
Profecias
Superstições Populares
Alquimia
Discos Voadores
Espiritismo
O Autor:
Pedro Silva nasceu em 1977, em Tomar. Publica a primeira obra em 2000 e, desde então, tem-se dedicado à escrita, ingressando por vários estilos literários, nomeadamente contos e crónicas mas, sobretudo, ensaio histórico.
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2006

Libertar Amarras, soltar Portugal - uma proposta de rumo



Autor: António Silva Torres
Págs.: 116 págs.
Formato: 150x220 mm /// Género: Ensaio
PVP: 10.50 euros (iva incluído)


A obra:
Esta obra é destinada a todos quantos, indistintamente da sua especialização ou condição se interessem por compreender as razões subjacentes ao actual estado sócio-económico do país e quais os caminhos que a nossa sociedade deve trilhar para que atinja objectivos ambiciosos de modernização, competitividade e bem-estar.
A actual situação do país é tão grave que pode estar em causa a sua sobrevivência como Nação.
Pode-se estar completamente a favor ou inteiramente contra as ideias aqui apresentadas sobre os rumos sociais, económicos e as funções do Estado. Não se deve, porém, é ficar indiferente.

«Com gerações assim, mal preparadas, não se pode esperar bons críticos, bons empreendedores, nem bons governantes. (…) Parecemos uma sociedade indiferente assistindo à discussão dos subsídios a obter da Comunidade Europeia, pouco lhe interessando a sua afirmação como Nação… esperando apenas com resignação que lhe seja garantida a sua subsistência. (…) O objectivo de um Estado não é apenas subsistir, para isso basta manter uma aparente individualidade política, é principalmente prosperar!»

O Autor:
António Pedro Silva Torres é formado em gestão de empresas, Engenharia Electrotécnica e Investimento e Comércio Internacional.
Nasceu em Lisboa (1953) e possui um percurso profissional efectuado em grupos económicos com actividade internacional. Tendo viajado frequentemente por todo o mundo detém um conhecimento acumulado no contacto estreito com várias sociedades, culturas e interesses.Criou e coordena um núcleo de estudos sociais e económicos para a cidadania.
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Enquanto as folhas se deixam morrer - Mientras las hojas se dejam morir



Autor: Ulisses Rolim
Prefácio: José Maria Montells
Ed. bilingue (português/espanhol)
Págs.: 88 págs.
Formato: 150x195 mm /// Género: Poesia/Fotografia
PVP: 12.60 euros (iva incluído)

A obra:
«Num livro de fotografias que Rolim dedicou a Borges, diz-se que o poeta – fotógrafo se transmutou, por virtude do seu próprio olhar, no próprio Borges. Neste, Ulisses Rolim oferece-nos um olhar mais seu, mais pessoal. O olhar de um grande observador, de um grande curioso, que se expressa, ora com poemas, ora com fotos. A verdade é que eu não sei distinguir um do outro.»
José Maria de Montells

O Autor:
Ulisses Rolim (A.B.P.P.A.)
Cultural & Exhibitions Engineer (M.A.C. ENGS.) – U.K.
Qualificação de Assiciateship – A.B.P.P.A. – British Professional Photographers Associates.
Doctor Honoris Causa em Fotografia pela Académie Internationale des Arts Contemporains – Bélgica.
Pós-Graduado em Sociologia do Sagrado e do Pensamento Religioso – Sociologia das Religiões, pelo Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões – Universidade Nova de Lisboa.
Doctor Honoris Causa pela Ansted University.
Assistence Social H.C. – Magistero Siciliano di Servizio Sociale – Catania – Itália.
É membro de diversas Academias e Institutos um pouco por todo o mundo.
Correspondente Estrangeiro (Press Correspondent) – JE40, e colaborador em diversos jornais e revistas.
Tem recebido, desde 1986, ano em que fez a sua primeira exposição, um grande numero de prémios e distinções várias, do Japão à República da Coreia, França, Bélgica, Itália, Áustria, Inglaterra, Portugal e Alemanha.
Conta com mais de duzentas exposições entre colectivas e individuais, em Portugal e no estrangeiro.

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Terça-feira, 28 de Março de 2006

A Política sem Dogma - Ensaios sobre o Liberalismo de Esquerda



Autor: José Conde Rodrigues
Prefácio: Guilherme d’Oliveira Martins
Págs.: 200 págs.

Formato: 150x220 mm /// Género: Política
PVP: 14.70 euros (iva incluído)

Sobre a Obra:
«José Conde Rodrigues tem provas dadas na vida pública que sempre soube aliar, com equilíbrio e sabedoria, o pensamento e a acção, as ideias e as escolhas políticas. Conheci-o melhor nos círculos da reflexão política, em especial no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, animado com perseverança e inteligência pelo meu amigo Doutor João Carlos Espada. E foi pela proximidade de preocupações intelectuais que nos tornámos amigos. Agora, o autor desta obra, significativamente intitulada “A Política Sem Dogma”, lisonjeia-me ao pedir estas palavras a anteceder um conjunto de ensaios que revela grande qualidade e uma forte preocupação de fundamentação e de coerência. Levo o amável convite à conta da nossa amizade, mas devo dizer que depois de ler os ensaios fiquei com a certeza de que este livro não passará despercebido, sobretudo para quem quiser conhecer os mais recentes caminhos do pensamento político, em especial na área do que Carlo Rosselli, Norberto Bobbio ou, mais recentemente, Monique Canto-Sperber designaram como o “Socialismo Liberal”. E afinal, esse elemento “Sem Dogma”, que José Conde Rodrigues foi buscar a Mário Sottomayor Cardia, com inteira justiça, obriga-nos a pensar os novos caminhos do mundo contemporâneo a partir de um equilíbrio exigente entre os argumentos liberal e social.»
Guilherme d’Oliveira Martins

O Autor:
José Manuel Vieira Conde Rodrigues nasceu em 1964. É casado e tem dois filhos. Licenciou-se em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa, em 1987; possui uma Pós-Graduação em Ciências Empresariais, no Departamento de MBA da Universidade Nova de Lisboa, em 1990, e em Ciência Política pela Universidade Católica Portuguesa, em 1996. Foi docente na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
Com uma vasta actividade política exerceu, entre outros, os cargos de Presidente a Câmara Municipal do Cartaxo (1994-2000), Secretário de Estado da Cultura do XIV Governo Constitucional. Actualmente é Secretário de Estado Adjunto e da Justiça do XVII Governo Constitucional, tendo interrompido as funções de Juiz de Direito dos Tribunais Administrativos e Fiscais.
Autor dos livros de Direito A Letra em Branco (1989) e A Responsabilidade Civil do Produtor face a Terceiros (1990) e do livro de ensaios À Margem do Efémero (1998) é, também, co-autor de dois livros sobre política e administração: O Novo Ciclo - A Política do Futuro (2001) e 10 Milhões de Razões (2002). Desde 1990, colabora regularmente em diversos jornais e revistas com artigos sobre política, gestão, cultura e sociedade.

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Terça-feira, 14 de Março de 2006

Grandes Mentiras - Demolindo os Mitos da Propaganda de Guerra contra Israel



Autor: David Meir-Levi
Prefácio: David Horowitz
Págs.: 116
Formato: 150 x 220 mm /// Género: Política
PVP: 10.50 euros (iva incl.)

«A Guerra no Médio Oriente dura há perto de sessenta anos. Hoje, muitas pessoas não estão já familiarizadas com a sua história e origens e não têm sequer conhecimento dos factos. Este estado de ignorância é terreno fértil para quem, sem escrúpulos, forja mitos para justificar políticas destrutivas. A máquina de propaganda criou muitos destes mitos para inflamar a sua guerra contra o Estado Judaico.
Israel é a única democracia que no Médio Oriente elege os seus chefes em sufrágio livre, a única que garante direitos aos seus cidadãos e respeita esses direitos. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz lutar pelos "direitos humanos".
Cerca de um milhão e meio de árabes vivem como cidadãos em Israel, elegendo os seus representantes no Parlamento israelita e gozando de mais direitos do que qualquer cidadão árabe de qualquer Estado árabe. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz lutar por "justiça social".
A própria criação do Estado de Israel é referida pelos seus inimigos árabes como "a Nakba", isto é, a "catástrofe", estando nisto implícito que Israel não deveria existir. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz apoiar a autodeterminação e condenar o genocídio.
Israel foi vítima, desde a sua primeira hora, de uma agressão, que não provocou, por parte de cinco monarquias e ditaduras árabes; e tem sido vítima de uma guerra árabe que se prolonga ininterruptamente há cerca de sessenta anos porque os Estados árabes se recusam a fazer a paz. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz desejar "a paz".
Israel é vítima de ataques terroristas, como os dos bombistas suicidas que, juntamente com os judeus que eles querem aniquilar, matam igualmente mulheres e crianças palestinianas. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz defender a humanidade e um futuro "livre".
Como é isto possível? Como pode o mal vestir-se com a toga da justiça? Como pode uma guerra de genocídio para destruir um povo democrático ser desculpada como luta pela "libertação nacional"? E, no entanto, eles fazem-no – através da criação de mitos políticos que racionalizam a agressão e justificam a guerra contra populações civis.
No romance premonitório de George Orwell, 1984, o Ministro da Verdade do Estado totalitário proclama: "O Conhecimento é Ignorância, a Liberdade é Escravidão". A natureza do cinismo político não muda, o seu fito é sempre o mesmo: a obliteração da memória histórica, ao serviço do poder. "O combate do homem contra o poder", escreveu o autor checo Milan Kundera, "é o combate da memória contra o esquecimento". Só a reposição da memória pode destruir os mitos totalitários e tornar o homem livre.
O texto de David Meir-Levi recupera a memória dos factos que estão no cerne do conflito no Médio Oriente. Estes factos são cruciais, não apenas para a reposição da história que a política obscureceu, mas também para a sobrevivência de um povo que vive no pesadelo da sua própria destruição. Qualquer pessoa interessada na justiça quererá ler este pequeno livro.»
David Horowitz

* * *

David Meir-Levi, israelita nascido nos Estados Unidos da América, vive em Palo Alto, Califórnia. É bacharel pela John Hopkins University e licenciado em Estudos Sobre o Próximo Oriente pela Brandeis University. Ensinou Arqueologia e História do Próximo Oriente na Universidade Hebraica de Jerusalém e na Universidade de Tel Aviv, nos anos 60 e 70, altura em que serviu no exército israelita. De regresso aos Estados Unidos, Meir-Levi tornou-se Director de Investigação e Educação da Israel Peace Iniciative (IPI), uma organização não lucrativa da região da Baía de São Francisco destinada a esclarecer o público americano e os seus líderes sobre a história do conflito israelo-árabe. Mais informações sobre a IPI em: www.ipi-usa.org.

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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2006

A Vida Desconhecida de Jesus Cristo na Índia e no Tibete



Autor: Nicolas Notovitch
Trad. e introdução: Jorge Morais
Págs.: 126
Formato: 150 x 220 mm /// Género: Religião
PVP: 12.60 euros (iva incl.)

Em 1887, o jornalista e médico russo Nicolas Notovitch visita o mosteiro budista de Himis, no Tibete, onde os monges lhe dão a conhecer um manuscrito sobre a vida do "Santo Issah" – um "profeta judeu" em tudo correspondente à figura de Jesus. Segundo o Apócrifo de Himis, Cristo passara os seus anos de juventude e formação (sobre os quais os Evangelhos canónicos são totalmente omissos) na Índia, no Tibete e no actual Irão, estudando as Escrituras orientais e aprendendo os métodos tradicionais de cura pela oração; e só depois regressara a Israel, para iniciar a sua vida pública entre os judeus e dar origem a uma das mais poderosas forças religiosas da história da Humanidade. Cem anos após a descoberta do manuscrito de Himis, o relato de Notovitch mantém-se flagrantemente actual. A sua autenticidade, defendida por um rol diverso de investigadores ao longo de todo o século XX, de novo vem questionar a "história oficial" de Jesus Cristo, constituindo ao mesmo tempo a explicação que faltava para os misteriosos "anos em branco" de que, numa interessante coincidência, os quatro evangelistas canónicos "se esqueceram". A presente edição portuguesa inclui o relato original de Notovitch e a transcrição integral do manuscrito budista do mosteiro de Himis.
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Poesia de Alcova - Colectânea



Autor: vários - Recolha de Maria Rua
Págs.: 106
Formato: 120 x 185 mm /// Género: Erotismo
PVP: 11.55 euros (iva incl.)

Um apelo ao erotismo através da poesia de autores consagrados:
Bocage * Florbela Espanca * Soror Violante do Céu * Fernando Pessoa * La Fontaine * Paul Verlaine * Pietro Aretino * Pierre de Ronsard * Bertold Brecht * Allen Ginsberg * António Barbosa Bacelar * Guerra Junqueiro * Jorge de Sena * Sousa Viterbo * Tomás Ribeiro * Fernando Caldeira * Pinheiro Chagas * Tomás Pinto Brandão * Gregório de Mattos * Ovídio * Gil Vicente
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005

Foi Despedido? Parabéns! O futuro começou



Autor: Norton de Castro Neves
Págs.: 156
Formato: 150 x 220 mm /// Género: Pensamento Positivo
PVP: 12.60 euros (iva incl.)

Uma vida inteira dedicada ao trabalho, travando lutas constantes e com um enorme sentido de responsabilidade. E agora? Não se deixe abater, não gaste as suas energias a pensar no que poderia e deveria ter feito. Acima de tudo, deve valorizar a sua capacidade profissional. Deve igualmente ver o ponto positivo da situação. Quem sabe se esta não é a grande oportunidade de fazer a tal alteração que a vida tem vindo a pedir, tirar aquele curso com que sempre sonhou e que nunca teve tempo, ter um negócio só seu, ter tempo para tudo aquilo que sempre desejou e nunca teve. Dedique-se a algo que o valorize. Não adianta chorar "por aquilo que já passou". Deve sim manter-se ocupado para não ficar deprimido, nem sentir-se inútil. Tenha pensamentos positivos. Aproveite todo o tempo que tem disponível.
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Viriato - O Filho Rebelde



Autor: Sónia Louro
Págs.: 234
Formato: 160 x 230 mm /// Género: Romance
PVP: 15.75 euros (iva incl.)

Após um período de paz, na segunda metade do séc. II a.C., as Hispânias (actual Península Ibérica), voltaram a conhecer períodos conturbados devido ao levantamento de alguns povos locais que não se conformavam com o jugo romano. Enquanto isso, Viriato, como todos os jovens, pensava saber todas as respostas e conhecer todas as verdades. Impelido pela comparação entre a sua audácia e a serenidade de Aurelur, seu pai, julgava ver nela cobardia. A acomodação que Viriato pressentia no pai exasperava-o, ao ponto deste se ver obrigado a colocá-lo fora de casa, não como um castigo, mas para que o filho visse o mundo, conhecesse a guerra. Aurelur pretendia que Viriato voltasse outro homem desta caminhada. Ele voltou, mas não como o pai tinha imaginado...
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Terça-feira, 30 de Agosto de 2005

Com permissão de Sua Majestade

Família real inglesa e Maçonaria
na instauração da República em Portugal.

 

 


Autor: Jorge Morais ( jorgmorais@gmail.com)
Págs.: 206 + 16 (caderno fotográfico)
Formato: 150 x 220 mm /// Género: História
PVP: 16.80 euros (iva incl.)

A implantação da República em Portugal, em 5 de Outubro de 1910 (completam-se agora 95 anos), não foi resultado exclusivo da revolta militar personificada na Rotunda pelo comandante Machado Santos e apoiada nas ruas pelas células carbonárias de Lisboa. Uma conspiração internacional, envolvendo a Maçonaria inglesa e a Família Real britânica, deu aos revoltosos portugueses a garantia prévia (e escrita) de que a Inglaterra, a França e a Espanha não levantariam um dedo para salvar a Dinastia de Bragança. E só depois de obtida esta garantia o estado-maior revolucionário avançou para pôr fim à Monarquia mais antiga do Continente Europeu.

Numa reconstituição historiográfica exaustiva, agora publicada em livro sob o título “Com permissão de Sua Majestade”, o jornalista e investigador Jorge Morais sustenta que, em 5 de Outubro, as tropas revoltosas se limitaram a seguir o “sinal verde” dado a partir de Londres pelo poderoso “lobby” liberal radical (em que pontificavam altos dignitários maçons, homens de negócios ingleses com interesses na África portuguesa e jornalistas de influência internacional) com conhecimento e permissão de dois membros da Família Real britânica: o próprio Rei Jorge V e seu tio, o Duque de Connaught.

Na sua obra, baseada em documentação de grande rigor historiográfico mas apresentada numa linguagem acessível ao leitor comum, o autor relata como, em Setembro de 1909, o Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Sebastião de Magalhães Lima, viajou secretamente para Londres a fim de obter garantias da congénere inglesa (cujo Grão-Mestre era então o Duque de Connaught, filho favorito da Rainha Victoria e irmão do Rei Eduardo VII) de que o golpe em Lisboa teria a aprovação do Governo de Sua Majestade, chefiado por Asquith e integrado por Winston Churchill, Lloyd George e Edward Grey – maçons de inegável peso na política mundial da época.

Valendo-se de uma teia de cumplicidades maçónicas, políticas, jornalísticas e financeiras, Magalhães Lima voltou a Londres em Julho de 1910 (já com o Rei Jorge V no Trono), agora acompanhado pelo abastado homem de negócios e dirigente republicano José Relvas, para ouvir da boca de um membro do Governo inglês a confirmação de uma “neutralidade compreensiva”. A posição das autoridades de Londres, expressa por escrito num Memorandum secreto a que o autor teve acesso nos Arquivos Nacionais britânicos, permitiu aos revoltosos lançarem-se confiadamente numa revolução que, sem esse apoio, falhara de tentativa em tentativa nos 20 anos anteriores. E, com efeito, três meses após o seu encontro reservado no Foreign Office, a República estava implantada em Portugal.
“Com permissão de Sua Majestade” traça o quadro político, nacional e internacional, em que decorre esta conspiração; comprova a ligação dos principais intervenientes à Maçonaria e ao “lobby” radical europeu; transcreve correspondência, até hoje mantida no silêncio dos arquivos, entre a Grande Loja Unida de Inglaterra e altos dirigentes do Grande Oriente Lusitano; reconstitui as viagens do Grão-Mestre português e a sua passagem pelas Lojas de Londres; evidencia o ambíguo papel do Rei Jorge V (primo do último Monarca português, D. Manuel II) em toda a trama; e revela por extenso o Memorandum do Ministério britânico dos Negócios Estrangeiros que permitiu aos revolucionários de Lisboa implantarem, por fim, a República em 5 de Outubro de 1910.
publicado por jps às 15:42
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